Os jogos praticamente infinitos continuam ocupando um espaço especial entre as opções de quem quer fugir da realidade por muitas horas.
Sem apresentar uma aventura com começo, meio e fim definidos, esses games apostam em uma progressão contínua, fazendo com que sempre exista algo novo para descobrir ou algum objetivo para perseguir.
Para ajudar quem está procurando uma gameplay que renda muitas horas, o TechTudo preparou uma lista com seis jogos que nunca te deixarão enjoado.
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O título mais barato é Civilization VI para Xbox Series, encontrado a partir de R$ 114 na Shopee, enquanto Terraria para Nintendo Switch aparece como a opção mais cara, a partir de R$ 274 na Amazon.
Todos os valores foram consultados durante a apuração da matéria em agosto de 2026 e podem sofrer alterações posteriormente.
A seguir, confira a lista completa.
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No Man's Sky é um ótimo jogo 'infino' para você ter na sua coleção; confira outros
Reprodução/Steam
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7 melhores jogos 'infinitos' para você jogar sempre e nunca enjoar
Civilization VI (Xbox One): indicado para quem busca uma experiência de estratégia profunda, com diferentes civilizações e partidas que podem se estender por muitas horas;
Monster Hunter: World Iceborne Master Edition (PS4): ideal para quem gosta de enfrentar monstros poderosos e continuar caçando em busca de novos desafios;
No Man’s Sky (PS5): melhor para quem quer explorar um universo gigantesco, visitando diversos planetas e descobrindo novas criaturas;
Stardew Valley (Nintendo Switch): opção para quem prefere uma experiência mais tranquila e aberta, com agricultura, mineração, pesca, relacionamentos e atividades que podem ser realizadas no próprio ritmo;
Minecraft (PS4): melhor para quem valoriza liberdade total para sobreviver e criar seus próprios objetivos em um mundo praticamente ilimitado;
Hades 2 (Nintendo Switch 2): ideal para quem gosta de ação rápida e partidas diferentes a cada tentativa, com novas habilidades, armas, combinações e caminhos para descobrir.
Terraria (Nintendo Switch): indicado para quem procura uma aventura em 2D com muita exploração, construção, criação de equipamentos e combates contra uma grande variedade de inimigos;
Como escolhemos os melhores jogos 'infinitos'?
A seleção dos jogos desta lista considera o quanto cada título consegue se manter interessante mesmo depois de dezenas ou até centenas de horas.
Para isso, avaliamos fatores como variedade de atividades, liberdade oferecida ao jogador, quantidade de conteúdo, possibilidades de personalização, sistemas de progressão e mecânicas capazes de tornar cada partida diferente da anterior.
Além da experiência proporcionada dentro do próprio jogo, também levamos em conta a recepção da comunidade e as avaliações dos integrantes do TechTudo, assim como a presença dos títulos em diferentes plataformas.
O que observar antes de comprar um jogo 'infinito'?
Antes de escolher um jogo com proposta “infinita”, vale observar alguns aspectos que influenciam diretamente na capacidade do título de continuar divertindo depois de muitas horas.
Afinal, nem todo game oferece o mesmo tipo de experiência ou quantidade de conteúdo.
Confira os principais pontos de atenção:
Variedade de conteúdo: jogos que oferecem diferentes atividades, modos de jogo, missões e desafios tendem a proporcionar experiências duradouras.
Quanto maior a variedade, menores são as chances de a experiência se tornar repetitiva rapidamente.
Liberdade e exploração: mundos abertos e sistemas que permitem experimentar diferentes formas de jogar aumentam bastante a longevidade.
Também vale verificar se existem segredos e atividades opcionais além da campanha principal.
Progressão e personalização: sistemas de evolução, desbloqueios, equipamentos e possibilidades de personalização ajudam a manter o jogador motivado.
Quanto mais opções houver para desenvolver o personagem ou modificar a experiência, maior a sensação de progresso.
Atualizações e conteúdo adicional: alguns jogos recebem novos personagens, mapas, missões, eventos e modos mesmo anos após o lançamento.
Antes da compra, vale conferir se o título ainda recebe suporte e com que frequência novos conteúdos são adicionados.
Multiplayer e comunidade: partidas online podem aumentar consideravelmente a longevidade de um jogo, principalmente quando há diferentes modos competitivos ou cooperativos.
Uma comunidade ativa também ajuda a manter a experiência movimentada por mais tempo.
Plataforma e recursos disponíveis: confirme se o jogo está disponível para seu console ou PC e confira os recursos oferecidos em cada versão.
Também é importante verificar requisitos de sistema, expansões, edições especiais e possíveis limitações de recursos entre plataformas.
Qual é o melhor jogo 'infinito'?
A escolha do melhor jogo infinito depende muito do tipo de experiência que o jogador procura, já que cada título busca a longevidade de uma maneira diferente.
Stardew Valley, por exemplo, transforma a rotina de uma fazenda em uma aventura, enquanto Terraria foca em exploração e combates.
No Man's Sky leva essa liberdade para o espaço e permite visitar uma quantidade gigantesca de planetas, e Monster Hunter: World aposta na repetição das caçadas para incentivar a busca por equipamentos cada vez melhores.
Hades 2, por sua vez, utiliza o formato roguelite para fazer com que cada nova tentativa seja diferente da anterior.
Entre as opções, Minecraft é o jogo que melhor representa a ideia de uma gameplay praticamente sem fim.
O jogador não precisa seguir uma campanha linear nem cumprir uma sequência obrigatória de objetivos, sendo possível começar um novo mundo para experimentar sua própria forma de jogar.
Além disso, o game da Mojang oferece muita liberdade de criação e conteúdo produzido pela própria comunidade, o que amplia sua vida útil.
1.
Civilization VI (Xbox One) - a partir de R$ 114
Lançado em 2016, Civilization VI é um jogo de estratégia por turnos desenvolvido pela Firaxis Games que põe o jogador no comando de uma civilização desde a Antiguidade até os tempos modernos.
A intenção é construir várias cidades, pesquisando novas tecnologias, desenvolvendo políticas e relações com outras nações, e escolhendo diferentes caminhos para levar seu povo à vitória.
Civilization VI é o jogo mais recente da famosa franquia de jogos de estratégia
Reprodução/Steam
Na review publicada por Caio Fagundes, para o TechTudo, o game foi elogiado por manter a essência da franquia e introduzir novidades importantes.
Entre elas está o sistema de distritos especializados, que permite que o player organize as cidades de acordo com diferentes objetivos, adicionando novas possibilidades de planejamento.
As pesquisas também foram divididas entre árvores de tecnologia e cívica, enquanto os chamados momentos “eureca” permitem acelerar determinados avanços ao cumprir objetivos específicos durante a partida.
Civilization VI tinha tudo para ser um game perfeito, caso mantivesse o que deu certo e melhorasse os problemas do seu antecessor.
Se assim ocorresse, o jogo se configuraria como absolutamente irretocável.
Outro ponto que favorece a longevidade do jogo é a quantidade de caminhos disponíveis para conquistar a vitória.
É possível buscar uma vitória científica, religiosa, cultural ou por dominação, exigindo estratégias diferentes para cada uma delas.
A possibilidade de escolher diferentes civilizações e lidar com situações que surgem ao longo das partidas faz com que seja difícil existir duas campanhas iguais.
Apesar disso, a análise de Caio aponta problemas principalmente na inteligência artificial dos adversários, considerada um dos pontos mais fracos da experiência.
A interface das pesquisas também pode dificultar o planejamento, enquanto bugs e problemas no desempenho prejudicam a experiência em determinados momentos.
Mesmo com essas limitações, os gráficos receberam elogios pela evolução em relação aos jogos anteriores, assim como a trilha sonora e o sistema de distritos.
A versão para Xbox One pode ser encontrada atualmente a partir de R$ 114 na Shopee.
Prós: belos gráficos; ótima trilha sonora; sistema de distritos; diferentes condições de vitória; grande variedade de estratégias; fidelidade às raízes da franquia.
Contras: inteligência artificial problemática; interface pouco intuitiva; problemas de desempenho; presença de bugs.
2.
Monster Hunter: World Iceborne Master Edition (PS4) - a partir de R$ 170
A cada expedição em Monster Hunter: World, o jogador coleta materiais ao enfrentar criaturas gigantescas e utiliza os recursos obtidos para fabricar armas e armaduras, tornando o caçador cada vez melhor.
Essa estrutura cria um ciclo de caça e aprimoramento, fazendo com que uma nova criatura também represente uma nova oportunidade de testar novos equipamentos com novas estratégias e estilos de combate.
A Master Edition ainda reúne o jogo base com a expansão Iceborne, ampliando consideravelmente o conteúdo disponível.
Monster Hunter World: Iceborne traz mapa gigantesco e criaturas clássicas
Reprodução/Victor Teixeira
Um dos grandes méritos destacados por Felipe Vinha, em sua review para o TechTudo, é a maneira como o título consegue tornar a fórmula da franquia mais acessível sem abandonar sua identidade.
O jogo apresenta comandos claros para quem está começando, enquanto mantém sistemas de progressão e batalhas que também agradam aos veteranos.
A campanha ainda introduz uma história mais trabalhada, com a chegada dos caçadores a um chamado “Novo Mundo”, embora o enredo continue funcionando mais como suporte para a experiência de caça.
Monster Hunter: World é muito mais do que os fãs antigos esperavam e aprende a agradar novatos sem parecer um “game hardcore”, de extrema dificuldade de absorção de fatos e jogabilidade.
A Capcom cuidou bem para expandir seu público e trouxe um game com excelente multiplayer, gráficos em alto nível, história cinematográfica e ainda extras que te permitem evoluir com naturalidade e sem causar estranheza
Entretanto, é nos confrontos que o game brilha, já que os monstros apresentam comportamentos diferentes, ficando agressivos quando estão feridos ou irritados e podendo até interferir em batalhas que estão próximas.
Ao derrotá-los, o player consegue materiais utilizados na fabricação de novos equipamentos, o que gera vontade de voltar aos mesmos lugares e enfrentar as criaturas novamente.
O sistema funciona ainda melhor no multiplayer, que pode ser jogado com outros jogadores para enfrentar desafios mais complexos.
A análise também elogiou os gráficos, considerados acima da média para a geração, além dos ambientes detalhados e da tradução para o português brasileiro.
Outro avanço importante foi a eliminação dos carregamentos entre diferentes áreas dos mapas, contribuindo para a sensação de estar em um ecossistema contínuo.
Como pontos negativos, Felipe apontou pequenos problemas de conexão no modo online e uma certa confusão inicial com os controles.
A Master Edition do jogo no PS4 está sendo vendida na Shopee por R$ 170.
Prós: gráficos de alta qualidade; progressão natural; liberdade para evoluir o personagem; grande quantidade de conteúdo; multiplayer caprichado; combates variados contra monstros.
Contras: pequenos problemas de conexão; controles podem causar confusão no início.
3.
No Man's Sky (PS5) - a partir de R$ 177
Desenvolvido pela Hello Games, No Man's Sky apresenta um universo gigantesco formado por incontáveis sistemas planetários, cada um com suas próprias características.
A missão inicial envolve chegar ao centro da galáxia, mas a aventura vai muito além disso, tornando a gameplay mais sobre explorar novos mundos, coletar materiais, melhorar equipamentos e decidir para onde viajar.
No Man's Sky recebeu inúmeras atualizações desde o lançamento, incluindo grandes opções de construção
Divulgação/Hello Games
Victor Alcaíde Teixeira, do TechTudo, postou sua análise sobre o jogo, destacando a liberdade proporcionada pelo universo gerado proceduralmente como principal atrativo.
Não existem missões obrigatórias conduzindo a jornada, sendo possível que o jogador escolha quando pousar em um planeta, quais recursos procurar ou simplesmente seguir viagem em direção a outro sistema.
A sensação de aterrissar em um mundo desconhecido e descobrir seus ecossistemas é apontada como um dos elementos mais divertidos da gameplay.
No Man’s Sky é um título que, talvez, nem todo mundo consiga processar, uma vez que há muito a explorar e pouco a fazer levando em conta a infinidade de mundos.
A gratificante sensação de descoberta mostra que a proposta inicial, apresentada durante a E3 2014, foi devidamente cumprida
No começo da jornada, é necessário reunir matérias-primas como carbono, ferro e zinco para reparar a nave e sobreviver em ambientes hostis.
Conforme o jogador avança, novos equipamentos são desbloqueados e planetas mais perigosos podem ser visitados.
Há ainda combates em terra contra criaturas agressivas e confrontos espaciais, embora a ação tenha um papel secundário quando comparada à exploração.
O gerenciamento do inventário também se torna parte importante da rotina, principalmente porque os espaços disponíveis são limitados.
Na análise, No Man's Sky também chamou atenção pelo visual e pela trilha sonora, que ajudam a construir a atmosfera de ficção científica.
Por outro lado, a interface pouco intuitiva pode tornar o gerenciamento de itens cansativo, enquanto a versão de PS4 analisada apresentava quedas frequentes na taxa de quadros.
Ainda assim, a enorme quantidade de mundos disponíveis e a sensação de descoberta fazem do jogo uma escolha interessante para quem curte sci-fi.
Atualmente, é possível encontrar a versão para PS5 por R$ 177 na Amazon.
Prós: conteúdo praticamente imensurável; sensação constante de descoberta; universo gigantesco; direção de arte caprichada; trilha sonora imersiva; grande liberdade de exploração.
Contras: interface pouco intuitiva; combate limitado; gerenciamento de inventário confuso; quedas de desempenho na versão analisada.
4.
Stardew Valley (Nintendo Switch) - a partir de R$ 198
Fenômeno no nicho de fazendinhas, Stardew Valley consegue transformar tarefas simples em uma experiência capaz de prender fãs por várias horas.
Ao assumir uma antiga fazenda deixada pelo avô, o jogador precisa recuperar o local, cuidando da plantação e dos animais, além de ter que administrar seus recursos.
O detalhe é que não existe uma única maneira correta de fazer isso.
É possível passar os dias pescando, explorando minas, cultivando diferentes plantações, fabricando itens ou simplesmente conhecendo os moradores de Pelican Town.
A entrada da Caverna da Caveira em Stardew Valley
Reprodução/Filipe Curitiba
Essa liberdade foi um dos aspectos mais elogiados pela crítica, já que cada jogador acaba construindo sua rotina e tomando decisões diferentes ao longo da jornada.
A recomendação é não se preocupar em encontrar a estratégia perfeita, pois parte da graça está em descobrir naturalmente quais atividades combinam mais com seu estilo de jogo.
Cada dia oferece uma quantidade limitada de tempo, o que obriga o jogador a decidir como aproveitar as horas disponíveis.
Enquanto a fazenda cresce, também é possível se dedicar a outras atividades, como melhorar suas habilidades, expandir a casa, fabricar ferramentas, encontrar minerais e completar missões.
Em paralelo, os habitantes da cidade possuem histórias próprias e podem desenvolver relacionamentos com o protagonista, chegando ao casamento e à formação de família.
No Nintendo Switch, a proposta de plantar, explorar e cultivar relacionamentos ganha mais força graças à possibilidade de jogar de maneira portátil, permitindo cuidar da fazenda em qualquer lugar.
As ressalvas ficam para o tempo de salvamento, que pode chegar a 45 segundos, e alguns bugs pontuais que ocasionalmente quebram a imersão.
Atualmente, a versão para o console da Nintendo está sendo comercializada a R$ 198 na Shopee.
Prós: gameplay viciante; liberdade para jogar; sistemas de progressão profundos; fazenda personalizável; relacionamentos com moradores; variedade de atividades; experiência pessoal.
Contras: salvamento demorado; pequenos bugs e glitches.
5.
Minecraft (PS4) - a partir de R$ 230
Considerado por muitos o maior jogo de todos os tempos, Minecraft consegue transformar a criatividade do jogador no principal ponto da sua gameplay.
No modo Survival do jogo, o player começa praticamente do zero, tendo que ir atrás de comida, construir um abrigo e reunir recursos antes que a noite traga os mobs.
A aventura pode tomar qualquer direção, desde a construção de uma pequena casa até projetos gigantescos, com sistemas automatizados, plantações enormes e criações de animais.
Minecraft é um dos jogos mais populares da história
Reprodução/Minecraft
Um dos elementos que ajudam a explicar a longevidade do jogo é justamente a ausência de uma obrigação sobre como aproveitar o mundo.
A análise de Rafael Monteiro, para o TechTudo, destaca que, apesar de existir uma aventura com inimigos, chefão e diferentes dimensões, não é necessário seguir um caminho específico para aproveitar o jogo.
O player basicamente pode estabelecer seus próprios objetivos, criando uma experiência que muda de acordo com sua vontade.
Considerando se tratar de um título independente, Minecraft surpreende com uma qualidade imensa e muito conteúdo, o qual não está atrelado a altos valores de produção.
Há um pouco de tudo para cada tipo de jogador, com espaço para se expressar criatividade, assim como motivação para se aventurar por um mundo cheio de perigos
Assim como em Terraria, a exploração guarda uma boa dose de perigo.
Durante o dia, os jogadores podem coletar materiais e trabalhar em suas construções com relativa tranquilidade, enquanto a chegada da noite traz zumbis, esqueletos, aranhas e Creepers para pôr fim à progressão.
Conforme a gameplay avança, ainda é possível acessar o Nether, uma dimensão hostil que apresenta novos inimigos e novos recursos, e o The End, onde o player pode enfrentar o poderoso Ender Dragon.
O conteúdo criado pela própria comunidade ajudou a manter esse universo em alta.
Servidores multiplayer permitem que jogadores participem de experiências com regras e propostas personalizadas, com mapas e modificações que adicionam novas opções ao jogo.
Rafael também destaca a simplicidade dos comandos e a variedade de atividades como pontos fortes, embora considere que o visual quadrado é capaz de afastar alguns jogadores.
Minecraft se mantém como um dos maiores jogos da indústria e sua versão para PS4 está disponível por R$ 230 no Mercado Livre.
Prós: grande variedade de atividades; atualizações constantes; liberdade para construir e explorar; atmosfera de aventura; comunidades multiplayer; grande quantidade de mapas e modificações.
Contras: alguns elementos são pouco intuitivos; gráficos podem afastar determinados jogadores.
6.
Hades 2 (Nintendo Switch 2) - a partir de R$ 255
Hades 2 encontra uma maneira inteligente de fazer uma gameplay baseada em repetição não parecer nada enjoativa.
Melinoë, filha de Hades e de Persephone, aparece como a protagonista do game e seu objetivo é enfrentar Chronos, o Titã do Tempo, mas ela está destinada a não conseguir isso tão cedo.
Fracassar faz parte da própria estrutura da aventura, já que cada derrota serve para fortalecer a personagem, desbloqueando novos recursos e revelando novas partes da história.
A jogabilidade de Hades 2 promete manter o gameplay com elementos Rogue, mas Melinoe possui armas diferentes de seu irmão
Reprodução/Steam
A variedade também está no caminho escolhido para cada tentativa, pois, depois de determinado ponto da progressão, Melinoë pode seguir por duas rotas diferentes: uma em direção a Tártaro e outra rumo ao Monte Olimpo.
Cada uma dessas regiões conta com inimigos e chefes próprios, evitando que as partidas consecutivas pareçam uma repetição da anterior.
A possibilidade de alternar os caminhos permite mudar de estratégia quando determinado chefe estiver dificultando demais o avanço.
Essa capacidade de acrescentar novas camadas sem sobrecarregar a experiência é um dos maiores acertos da sequência.
Mesmo depois de dezenas de tentativas, ainda existirão elementos a se descobrir.
O jogo também adiciona gradualmente vários conteúdos, como personagens, melhorias, desafios especiais, familiares, atividades de agricultura e outras formas de progressão.
Além disso, o sistema de combate eleva o nível do game, com Melinoë possuindo maior ênfase no controle do campo de batalha e no gerenciamento de mana.
As bênçãos dos deuses podem ser combinadas para criar diversas builds, incluindo habilidades elementais e poderes especiais que alteram completamente a abordagem de uma partida.
Os personagens, a direção de arte, a trilha sonora e a variedade do combate são o que chamam a atenção de forma positiva no jogo.
Já a principal ressalva ficou para problemas pontuais de leitura visual no modo portátil do Nintendo Switch 2, especialmente em algumas batalhas contra chefes.
A versão para o console da Nintendo pode ser encontrada a partir de R$ 255 no Mercado Livre.
Prós: combate rápido e variado; enorme quantidade de builds; duas rotas de progressão; personagens marcantes; história envolvente; grande quantidade de conteúdo; trilha sonora excelente.
Contras: problemas pontuais de leitura no modo portátil; algumas batalhas podem dificultar a visualização dos inimigos.
7.
Terraria (Nintendo Switch) - a partir de R$ 274
A aventura em Terraria começa em um mundo 2D formado por blocos que podem ser coletados e utilizados para criar praticamente todo tipo de estrutura.
O jogador pode construir uma casa ou descer para as cavernas em busca de materiais raros, enfrentando criaturas e chefes, sempre modificando o cenário da maneira que preferir.
Essa liberdade faz com que o mundo funcione tanto como um campo de exploração quanto como uma enorme caixa de ferramentas.
Terraria é um jogo de sobrevivência que se assemelha a um Minecraft em 2D
Reprodução/Steam
João Moura, do TechTudo, ressaltou em sua review para o site que a variedade de itens aparece como um dos principais motivos para continuar jogando.
Praticamente qualquer recurso encontrado durante a exploração pode ter alguma utilidade na fabricação, e o jogo oferece centenas de possibilidades de armas e equipamentos.
Conforme materiais mais raros são descobertos, novos itens ficam disponíveis, incentivando o jogador a se aventurar cada vez mais no subsolo.
Terraria acaba expandindo a jogabilidade do gênero com uma grande ênfase em combates e na aventura, provando ser bastante divertido.
Apesar de parecer apenas mais um jogo indie procurando seguir o sucesso de Minecraft, elementos novos, como um gigante sistema de criação de novas armas, uma maior diversidade de inimigos e uma apresentação retrô em 2D, o faz se destacar dentre outros títulos lançados com a mesma proposta
Durante o dia, é possível explorar a superfície com mais tranquilidade, já que, quando a noite chega, criaturas perigosas aparecem e obrigam o jogador a lutar ou se esconder.
No subsolo, a situação fica ainda mais difícil, com novos inimigos.
O estilo visual do jogo, inspirado na era dos 16 bits, também contribui para sua identidade, acompanhado por uma trilha que muda de acordo com o período do dia e ajuda a reforçar a atmosfera.
Tudo isso cria uma progressão que depende mais da curiosidade de descobrir o que existe depois da próxima escavação do que de uma campanha tradicional.
A principal crítica da review ficou para a falta de um tutorial inicial e uma interface pouco intuitiva, que podem tornar as primeiras horas mais confusas.
Depois de superar essa barreira, a enorme quantidade de possibilidades de exploração e construção que Terraria entrega o faz se destacar entre os jogos do gênero.
Para os fãs do estilo do jogo, a versão para Nintendo Switch está disponível a partir de R$ 274 na Amazon.
Prós: variedade de recursos; centenas de itens e armas para fabricar; possibilidades de construção; exploração subterrânea; multiplayer; liberdade de gameplay.
Contras: falta de tutorial no início; interface pouco funcional; ausência de tradução para português.
Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee, IGN, Nintendo World Report e TechTudo.
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Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques.
Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.
