Os mercados domésticos apresentaram volatilidade mais elevada na última hora em meio a notícias com orientações distintas para os ativos.
Por um lado, a retirada de sanções dos Estados Unidos contra o Irã ajudou a reduzir o prêmio global de risco (o que levou os ativos ao melhor momento do dia aqui no Brasil), por outro, a notícia sobre o anúncio do vice na chapa de Flávio Bolsonaro apagou a melhora.
O mau humor com o nome de Alfredo Gaspar (PL-AL) ocorre porque os agentes entendem que a candidatura pode ficar mais isolada e ter menos tempo na propaganda eleitoral na televisão.
Assim, perto das 11h45 o dólar à vista recuava 0,22%, a R$ 5,1199, sendo que minutos antes havia encostado na mínima de R$ 5,098.
No exterior, o real deixou de ser uma das melhores moedas entre as 33 mais líquidas para figurar no meio do ranking.
O índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,20%, aos 99,658 pontos.
No mercado de juros, a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2031 foi para a mínima de 14,085% mais cedo e agora é negociada a 14,16%, do ajuste anterior de 14,24%.
No exterior, o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos avançava de 4,619% para 4,626%.
No mercado acionário, o Ibovespa avançava 0,58%, aos 178.904 pontos, enquanto em Nova York, o S&P 500 apreciava 0,38% e o Nasdaq avançava 0,10%.
