Avenida Brasil: PM e motorista baleados em perseguição seguem internados em estado grave - QTU Questões do Universo

Avenida Brasil: PM e motorista baleados em perseguição seguem internados em estado grave

Fonte: Bandeira da fonte

Baleados na perseguição ocorrida na Avenida Brasil, uma das principais vias expressas do Rio, na madrugada desta quarta-feira, o policial militar Charles Batista dos Santos e Vitor Alberto Sá de Souza, que passava de carro pelo local, seguem internados no Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha.
O estado de saúde deles é grave.
Na ocasião, o PM Fernando Plácido Roberto Rocha, de 38 anos, e quatro suspeitos morreram.
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A ocorrência começou em Guadalupe, na Zona Norte da capital, após equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) receberem informações de que dois veículos, que saíram da Vila Kennedy, na Zona Oeste, seguiam em direção à Penha, na Zona Norte.
Os policiais, então, começaram a procurar os automóveis e pediram apoio de outras equipes.
Na altura de Ramos, na Zona Norte, esquipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) realizaram um cerco e tentaram abordar os veículos.
Os ocupantes abriram fogo contra os PMs, dando início ao confronto.
Motoristas que trafegavam pela Avenida Brasil ficaram em meio ao fogo cruzado.
'Colocam a população em risco'
A porta-voz da PM, tenente-coronel Cláudia Moraes, disse que a movimentação dos automóveis foi identificada pelo setor de inteligência da corporação.
De acordo com a oficial, os bandidos atacariam uma área dominada por uma facção rival.
Segundo ela, o grupo estava em dois carros e portava seis fuzis, três pistolas, granadas e roupas camufladas.
— Isso mostra o grau de agressividade dessa facção e como essas ações expansionistas colocam a população em risco — disse, em entrevista à TV Globo.
Segundo a tenente-coronel, os policiais que participaram do cerco integram a Operação Interceptação, que mantém monitoramento permanente da região devido às disputas territoriais entre facções:
— A equipe que estava no local avaliou a situação e a necessidade de resposta.
Os criminosos atacaram a guarnição, e foi montado um cerco com apoio de policiais do Batalhão de Choque que atuavam na região.
A ação teve como objetivo interceptar esse deslocamento dos criminosos.