O crescimento das finanças sustentáveis no Brasil ainda não foi suficiente para eliminar os obstáculos que impedem o capital privado de chegar a projetos de restauração florestal, agricultura regenerativa e descarbonização da indústria.
A avaliação é compartilhada por representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bradesco e BTG Pactual, que defendem mudanças nos mecanismos de garantia, maior padronização de critérios e projetos mais estruturados para ampliar o financiamento climático no país.
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BNDES e bancos apontam garantias e falta de padronização como entraves ao financiamento climático
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