O conselho de administração e a diretoria mais transparentes e diligentes do mundo não existem no vácuo.
Toda empresa está inserida dentro de um — ou vários — ambientes institucionais.
Clareza no modo de agir e segurança de que as regras existem e vão ser aplicadas são coisas que não dependem só da companhia.
O Estado, com seu poder de legislar, decretar, julgar, executar é um dos protagonistas da governança corporativa, o tipo de ator que prejudica a peça inteira quando atua mal.
Tendo isso em vista, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lançou uma agenda de políticas públicas para o período do novo mandato da Presidência da República.
O documento reúne sugestões para os candidatos em cinco eixos.
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Boa governança corporativa também depende de decisões de Estado
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