O ex-presidente Jair Bolsonaro fez um ajuste em uma prótese dentária após sentir incômodo ao mastigar.
O procedimento odontológico aconteceu na manhã da última quinta-feira, com data e horário mantidos em sigilo, condição imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para a realização do atendimento.
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Segundo relatório do dentista que atendeu o ex-presidente, Bolsonaro estava com problemas no segundo pré-molar inferior esquerdo.
Após o desgaste da prótese, seguido de acabamento e polimento, os profissionais corrigiram o encaixe da mordida do ex-chefe do Executivo.
O procedimento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes sob determinadas condições.
Inicialmente, a defesa de Bolsonaro pediu que ele fosse atendido pela dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, mulher do senador Flávio Bolsonaro (PL), em um consultório no Lago Sul, em Brasília.
O magistrado, no entanto, não autorizou o atendimento sob as condições impostas pela defesa do ex-presidente, mas permitiu o procedimento caso fosse realizado na estrutura da Polícia Militar (PM) de Brasília, com data e horário definidos entre a defesa e o Núcleo de Custódia da corporação e mantidos em sigilo por segurança.
O despacho não deixou claro se Fernanda poderia atender Bolsonaro no Centro Médico da PM ou se o procedimento deveria ser feito por outro profissional.
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Em documento enviado ao STF, a PM informou que não houve vazamento de informações sobre o atendimento e a operação ocorreu sem intercorrências.
Bolsonaro foi submetido a cinco radiografias dos dentes posteriores, e os exames apontaram que os tecidos ósseos e gengivais estavam saudáveis.
Além disso, outros implantes na parte inferior da boca estavam em boas condições.
A recomendação é que o ex-presidente retorne para um novo atendimento odontológico em quatro a seis meses.
