As autoridades chinesas puniram dez pessoas acusadas de disseminar informações falsas na internet sobre o devastador deslizamento de terra que atingiu a fronteira com o Nepal, informou a polícia nesta segunda-feira.
Segundo um comunicado do escritório de cibersegurança do Ministério da Segurança Pública, os usuários divulgaram mensagens que sugeriam que o número de mortos e desaparecidos era muito superior ao registrado oficialmente.
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Uma das pessoas, identificada pelo sobrenome Qiu, escreveu na internet que “a imprensa informa 1.400 mortos, mas, na realidade, anteriormente havia 3.000 pessoas desaparecidas”.
Outro usuário, de sobrenome Liu, afirmou que mais de 3 mil pessoas haviam morrido na China em consequência da cheia.
Números oficiais seguem abaixo das estimativas divulgadas na internet
Os balanços oficiais mais recentes, ainda provisórios, indicam que 919 corpos foram recuperados após o desastre: 903 no Nepal e 16 na região chinesa do Tibete.
As autoridades dos dois países também continuam sem notícias de cerca de 5 mil pessoas.
No Nepal, são 4.247 desaparecidos.
Na China, 546.
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As autoridades chinesas afirmaram que as mensagens divulgadas pelos dez usuários continham informações falsas sobre a dimensão da tragédia.
China não detalhou punições
O escritório de cibersegurança do Ministério da Segurança Pública não informou qual foi a punição aplicada individualmente a cada uma das dez pessoas.
Também não foi esclarecido se houve multas, períodos de detenção ou outras medidas disciplinares.
China pune dez pessoas por espalhar informações falsas sobre deslizamento que matou 919
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