Com IA, países podem fazer em uma década o que demorariam um século - QTU Questões do Universo

Com IA, países podem fazer em uma década o que demorariam um século

Fonte: Bandeira da fonte

A Inteligência Artificial (IA) pode ajudar países em desenvolvimento a fazer em uma década o que, sem ela, levaria um século para ser feito, diz um estudo do Banco Mundial.
Para isso, os governos precisam atuar com determinação para evitar falhas que podem deixá-los para trás em questões como energia, conectividade, capacitação e qualificação institucional.
O relatório “A Promessa da Inteligência Artificial” observa que os empregos em países de renda elevada estão mais de três vezes sob o risco da automação derivada da IA generativa do que os de renda média ou baixa, onde apenas 4,5% dos empregos hoje existentes seriam afetados, em comparação a 14,2% nos países de renda elevada.
Ao mesmo tempo, 16,2% dos empregos nas economias em desenvolvimento teriam ganhos significativos de produtividade decorrentes da IA, perto dos 18,7% projetados para os países de renda alta, aponta o relatório do Banco Mundial.
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Mas não há consenso nesse sentido.
Estudo do Citi Research aponta que a IA tende a aprofundar, e não reduzir, a diferença de crescimento entre economias desenvolvidas e emergentes na próxima década.
A avaliação é que apenas um grupo restrito de países emergentes será capaz de capturar ganhos relevantes da atual onda de investimentos liderada pelos Estados Unidos, enquanto a maior parte do mundo em desenvolvimento enfrenta obstáculos estruturais para transformar a tecnologia em produtividade.
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Gasto com IA afeta caixa, mas retorno deve aparecer em até 3 anos
A tendência para os próximos trimestres é de continuidade desse movimento, mas com projeção de retorno em dois a três anos, projetam os especialistas
Roberto Moreyra/Agência O Globo
O ritmo acelerado de gastos de capital em infraestrutura de inteligência artificial afetou o fluxo de caixa livre da Amazon, Meta, Microsoft e Alphabet, dona do Google.
Mas para analistas consultados pelo Valor, a demanda de empresas de diversos setores por IA justifica o aumento dessas despesas e a redução do caixa.
A tendência para os próximos trimestres é de continuidade desse movimento, mas com projeção de retorno em dois a três anos, projetam os especialistas.
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O esquema financeiro do Google para operacionalizar a Anthropic
No centro do projeto estão as unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google — chips de IA desenvolvidos em parceria com a Broadcom desde 2016
Bloomberg
O Google montou um dos maiores programas de financiamento de infraestrutura da história para fornecer mais de US$ 150 bilhões em chips de inteligência artificial (IA) para a Anthropic.
No centro do projeto estão as unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google — chips de IA desenvolvidos em parceria com a Broadcom desde 2016.
Antes utilizados, principalmente, nos próprios data centers do Google, esses chips começaram a ser vendidos externamente, desafiando o domínio da Nvidia no mercado de processadores de IA.
O Google garante os data centers.
A Broadcom compromete-se a comprar os chips e ajuda a financiá-los.
A Apollo e a Blackstone fornecem grande parte do capital de crédito privado usado para adquirir o hardware antes de arrendá-lo à Anthropic.
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Prêmio ‘Valor Inovação Brasil’ revela as empresas mais inovadoras do país
Ao todo, foram analisados cerca de 540 cases de 270 empresas para chegar ao ranking das 150 companhias mais inovadoras do Brasil
Gabriel Reis / Valor
As empresas que lideram a inovação no país foram reconhecidas pela 12ª edição do prêmio “Valor Inovação Brasil”.
Elas foram escolhidas a partir de uma pesquisa anual realizada pelo Valor e pela Época Negócios em parceria com a Strategy&, consultoria estratégica da PwC, além das líderes em 26 setores da economia.
Ao todo, foram analisados cerca de 540 cases de 270 empresas para chegar ao ranking das 150 companhias mais inovadoras do Brasil.
Deste total, 10 foram premiadas, sendo que a primeira colocada foi a CNH.
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Como ‘Nostradamus da IA’ viu sua trajetória desmoronar em Wall Street
O operador apelidado de "Nostradamus da Inteligência Artificial” teve dificuldade em prever a rapidez com que seu fundo hedge, até então em ascensão meteórica, enfrentaria problemas
Reproducao
Leopold Aschenbrenner construiu sua reputação com base em sua capacidade de prever o futuro.
No entanto, o operador apelidado de "Nostradamus da Inteligência Artificial” teve dificuldade em prever a rapidez com que seu fundo hedge, até então em ascensão meteórica, enfrentaria problemas.
O ex-funcionário da OpenAI, sem experiência anterior em negociações financeiras, tornou-se uma sensação em Wall Street ao longo de dois anos, acumulando ganhos superiores a 400% para seu fundo hedge, o “Situational Awareness” — que administrava mais de US$ 20 bilhões —, apenas nos primeiros seis meses deste ano.
Mas suas apostas alavancadas deixaram Aschenbrenner do lado perdedor de uma violenta onda de vendas no mercado nas últimas semanas.
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