A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) divulgou números preliminares referentes ao segundo trimestre e aos primeiros seis meses do ano para aumentar a transparência em meio à oferta de troca de títulos de dívida que lançou no exterior.
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A empresa destaca que suas receitas, no geral, ficaram em linha com o desempenho visto no primeiro semestre de 2025, enquanto o Ebitda ajustado deve ficar entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,4 bilhões, alta de 2% a 4% no mesmo período.
Segundo a CSN, o prejuízo entre janeiro e junho foi entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,4 bilhão, um aumento em comparação às perdas de R$ 861,9 milhões no semestre encerrado em junho de 2025.
A companhia projeta um aumento da dívida bruta e da dívida líquida ajustada para um montante não superior a R$ 54 bilhões e R$ 44 bilhões em junho, respectivamente, contra R$ 50,4 bilhões e R$ 40,5 bilhões ao fim do primeiro trimestre.
O caixa e equivalentes de caixa devem ter leve aumento em comparação à posição de R$ 12,8 bilhões ao fim do primeiro trimestre, afirma a CSN, no comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Por fim, a siderúrgica alerta que vai registar um aumento moderado na sua alavancagem sobre os níveis vistos ao fim do primeiro trimestre, mas sem superar as cláusulas restritivas (“covenants”) de 3,5 vezes.
A companhia projeta um aumento da dívida bruta e da dívida líquida ajustada para um montante não superior a R$ 54 bilhões e R$ 44 bilhões em junho
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