O último pregão de julho não poderia ter sido mais caótico na bolsa brasileira.
Após a abertura dos mercados locais na sexta-feira, investidores se depararam com uma situação atípica: vários ativos financeiros permaneciam em leilão e sem cotações, o que impedia a sua negociação.
A B3 informou que uma “falha técnica e pontual” nas operações de pós-negociação levou a bolsa a postergar o início dos negócios em vários mercados, em alguns casos para mais de duas horas e meia depois do horário regular.
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Falha na B3 ocorre em momento crucial para bolsa
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