A família da atriz Carla Jeffery, conhecida por interpretar Bree na franquia da Disney "Zombies", negou os rumores de que o uso de drogas teria relação com a morte da artista, aos 33 anos.
Jeffery morreu nesta terça-feira, 1º de setembro, em sua casa na Califórnia.
A causa da morte ainda não foi divulgada.
Quem é dono da batida do reggaeton? Juiz rejeita uma das acusações
Rock in Rio 2026: saiba onde assistir ao vivo aos shows
Segundo a família, em declaração enviada ao site TMZ, as especulações que circulam nas redes sociais não correspondem à realidade.
— Ela não usava drogas — afirmou um representante dos parentes à imprensa americana.
A família também declarou que não houve crime relacionado à morte e que a polícia não está envolvida no caso.
Família aguarda autópsia
O caso ainda está pendente junto ao legista, que não determinou uma causa ou circunstância preliminar para a morte.
Os familiares afirmaram que aguardam o resultado da autópsia antes de divulgar novas informações.
A decisão, segundo a família, tem o objetivo de evitar a disseminação de informações incorretas sobre as circunstâncias da morte.
A morte de Jeffery foi anunciada na quarta-feira pela Alexanders Talent Management, agência que representava a atriz.
Na ocasião, a empresa não informou a causa do óbito e pediu respeito à privacidade dos familiares.
Carreira na Disney
Nascida em Houston, no Texas, Carla Jeffery começou a carreira artística aos 12 anos.
Antes de ganhar projeção com a Disney, participou de produções como "Phat Girlz", "iCarly", "Curb Your Enthusiasm", "Good Luck Charlie" e "Shake It Up".
Ela ficou conhecida principalmente como Bree, uma das personagens da franquia "Zombies".
Jeffery participou dos três filmes da série e também dublou a personagem na produção animada derivada.
Após a confirmação da morte, colegas de elenco e outros artistas prestaram homenagens à atriz nas redes sociais.
Seu irmão gêmeo, Carlon Jeffery, também compartilhou uma mensagem que havia enviado à irmã antes da morte, na qual dizia estar orgulhoso dela e a descrevia como uma pessoa resiliente e capaz de iluminar os ambientes por onde passava.
