Fim do Google Assistente: veja quando a mudança chega ao seu Android - QTU Questões do Universo

Fim do Google Assistente: veja quando a mudança chega ao seu Android

Fonte: Bandeira da fonte

O Google Assistente, lançado em maio de 2016, está com os dias contados no Android.
A empresa confirmou, em um aviso publicado no fórum oficial de suporte do Android Auto, que o assistente vai deixar de estar disponível como opção em celulares e tablets Android e relógios com Wear OS a partir do dia 4 de setembro deste ano, dando lugar definitivo ao Gemini Google, assistente de IA generativa do Google.
A mudança, que estava prevista desde 2025, marca o fim de quase uma década de um dos recursos mais usados do sistema operacional.
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Gemini vai substituir o Google Assistente como assistente padrão do Android
TechTudo/Késya Holanda
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Índice
O que muda com o fim do Google Assistente
Quais dispositivos são afetados
Por que o Google está fazendo essa troca
O que muda com o fim do Google Assistente
Atualmente, quem usa Android ainda pode escolher entre manter o Google Assistente ativo ou migrar para o Gemini como assistente digital padrão do aparelho.
A partir de setembro de 2026, essa opção deixa de existir: o Gemini passa a ser o único assistente disponível em smartphones e tablets com Android, substituindo também o Assistente em outros dispositivos móveis pareados ao celular, como smartwatches e fones de ouvido com suporte ao recurso.
Segundo o Google, o Gemini foi desenvolvido para entender os mesmos comandos de voz que o Assistente já reconhecia, além de permitir uma conversa mais natural com a IA, com respostas que levam em conta o contexto da conversa.
A expectativa da empresa é que, quando a transição terminar, os usuários já tenham se adaptado às capacidades do Gemini e considerem a IA um substituto eficaz ao assistente que conheciam há anos.
Gemini será o único assistente disponível em smartphones e tablets Android a partir de março de 2026
Ana Marques/TechTudo
Quais dispositivos são afetados
A mudança atinge principalmente celulares, tablets e outros dispositivos móveis Android, incluindo o Android Auto e o Wear OS.
Já em aparelhos que não são móveis, como smart displays, caixas de som inteligentes, TVs e carros com sistemas embarcados, o Google Assistente deve continuar respondendo por enquanto ao comando "Ok Google", já que o cronograma de descontinuação anunciado até o momento é voltado ao ecossistema móvel do Android.
A companhia também não detalhou publicamente todos os cenários para aparelhos mais antigos que não atendam aos requisitos mínimos de hardware para rodar o Gemini, o que pode significar suporte limitado ou ausência de migração automática nesses casos.
Por que o Google está fazendo essa troca
A decisão reflete a estratégia mais ampla do Google de unificar sua experiência de assistente digital em torno da IA generativa, encerrando a manutenção paralela de dois sistemas, um baseado em comandos mais rígidos, o do Assistente, e outro baseado em compreensão de linguagem natural, o do Gemini.
A mudança já vinha sendo sinalizada desde o fim de 2025, quando a data de março de 2026 apareceu pela primeira vez em um aviso da central de ajuda do Android Auto.
A transição, no entanto, não é vista com unanimidade pelos usuários: parte do público ainda prefere a resposta mais instantânea do Assistente clássico, especialmente em comandos simples como acender luzes ou definir um timer, em comparação com a latência que um assistente baseado em IA generativa pode apresentar em algumas tarefas.
Google aposta na IA generativa para oferecer respostas mais naturais e contextuais
Reprodução/Shutterstock
Com informações de TechTudo e Google
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