O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé França, afirmou nesta quinta-feira (30) que a linha de crédito do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) disponibilizada pelo BNDES representa uma política inédita de apoio ao transporte aéreo e ajudará no crescimento da utilização da infraestrutura aeroportuária existente no país.
"A gente precisa, agora, ocupar esses aeroportos com pousos e decolagens.
Então, investir, financiar e estimular o crescimento da aviação civil é fazer com que a gente possa ter mais brasileiros acessando o transporte aéreo no nosso país", afirmou o ministro.
O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Juliano Noman, que também participou do anúncio, afirmou que a medida ajudará a preservar os planos de expansão das companhias, especialmente da aviação doméstica.
Segundo ele, o financiamento em moeda nacional reduz a exposição das empresas ao câmbio e dá mais previsibilidade para investimentos.
“Sem medidas como essa, vamos continuar falando de aviação regional, mas as coisas vão acontecer num ritmo muito mais lento”, afirmou.
“É custo de capital em real.
Isso reduz nossa exposição à moeda estrangeira, aumenta o nosso horizonte de trabalho com menos incerteza, e reforça o crescimento”, acrescentou Noman.
Prédio do Ministério de Portos e Aeroportos
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
