Começa neste segunda-feira (24) a Semana de Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas.
A ação é promovida pelo Ministério da Justiça e vai até sexta-feira, dia 28.
A mobilização conta com 334 pontos de coleta em todo o país.
A iniciativa busca ajudar na identificação de pessoas desaparecidas que foram encontradas, mas ainda não tiveram a identidade confirmada.
O material genético coletado dos familiares é incluído em um banco de DNA e comparado com amostras de pessoas encontradas sem identificação, sejam elas vivas ou mortas.
A comparação pode ajudar a confirmar a identidade e dar uma resposta às famílias.
Isso pode ajudar, por exemplo, a identificar alguém que perdeu a memória e está internado sem documentos, além de cadáveres e ossadas que ainda não foram identificados.
A coleta é voltada principalmente para familiares que ainda não fizeram o exame.
A prioridade é para parentes de primeiro grau, como pai, mãe, filhos e irmãos biológicos.
Se esses familiares não estiverem disponíveis, outros parentes também podem fazer a doação, após avaliação da equipe responsável.
Crianças e adolescentes também podem participar, desde que estejam acompanhados por um responsável legal.
E como acontece essa coleta?
DNA
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Na maioria dos casos, o material é coletado com um cotonete ou uma pequena esponja passada na parte interna da bochecha.
Em algumas situações, pode ser utilizada uma gota de sangue do dedo.
O procedimento é simples e não exige jejum.
Para participar, é necessário apresentar um documento de identificação e ter um Boletim de Ocorrência registrado sobre o desaparecimento.
A lista com os 334 pontos de coleta está disponível no site do Ministério da Justiça.
Inclusive na site tem uma página voltada exclusivamente para a campanha.
A orientação é que os familiares procurem o ponto mais próximo e consultem previamente as informações sobre horários e documentos necessários.
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