Governo trabalha hoje para proteger filho de Lula, afirma Caiado - QTU Questões do Universo

Governo trabalha hoje para proteger filho de Lula, afirma Caiado

Fonte: Bandeira da fonte

Ronaldo Caiado, candidato do PSD a presidente
Divulgação
O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, acusou nesta quinta-feira (20) a máquina pública do governo federal de trabalhar atualmente para proteger o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de suspeitas de corrupção.
Em sabatina ao canal SBT News, Caiado também disse que o Brasil ainda “é uma colônia” quando o assunto é a exploração terras raras e explicou a troca do marqueteiro responsável por sua campanha.

Ao criticar Lula, Caiado afirmou que o governo atua para proteger Lulinha.
“A máquina do governo federal toda é para cuidar do Lulinha.
Essa é a realidade”, disse.
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Caiado também não poupou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Questionado sobre as polêmicas envolvendo o filme “Dark Horse”, negou que esteja atacando o adversário, mas apenas questionando sua biografia e suas práticas.
“Uma eleição não é uma transferência familiar.
Eleição você constrói por mérito, por trabalho, por história de vida, pelo exemplo de vida”, afirmou.

O candidato negou que as críticas a Flávio tenham provocado a mudança no marketing da campanha.
Segundo ele, o publicitário Paulo Vasconcelos deixou a função porque também estava envolvido em outras duas campanhas estaduais.

Na economia, Caiado defendeu parceiros internacionais para desenvolver tecnologia de processamento de minerais críticos e terras raras.
Citou memorandos firmados por Goiás com Japão e Estados Unidos e negou que os acordos representem entrega das riquezas nacionais.
“O Brasil tem que sair da condição de colônia”, disse.
Segundo ele, o país precisa deixar de exportar matéria-prima bruta e processar os elementos minerais no Brasil, agregando valor à produção.

Na segurança, Caiado voltou a defender a criação da Supol, uma polícia de integração entre o Brasil e os dez países com os quais faz fronteira.
A proposta permitiria maior cooperação e trânsito de policiais em ações contra crimes transnacionais, mediante acordo entre os governos.
“O crime não tem fronteira”, afirmou.
Ele comparou o modelo à cooperação policial entre países europeus e disse que a iniciativa não violaria a soberania nacional.

Caiado também defendeu cooperação tecnológica com os Estados Unidos, inclusive no monitoramento das fronteiras por satélite, mas rejeitou qualquer ação militar americana dentro do Brasil.
“Jamais admitirei qualquer coisa nesse sentido.
Isso é inaceitável, é inadmissível”, afirmou.
Para ele, o combate ao narcotráfico no país é responsabilidade do presidente da República.

O candidato disse ainda que pretende classificar facções criminosas como organizações de terrorismo doméstico para ampliar os instrumentos federais de combate ao crime organizado.
A estratégia seria combinada ao uso de inteligência artificial, drones e satélites nas fronteiras.
“Não vai ter um palmo de terra no território brasileiro que eu não entre e que ali o cidadão não possa transitar”, afirmou.