Ingrid Guimarães fala sobre cumplicidade feminina e se declara à Mônica Martelli:

Ingrid Guimarães fala sobre cumplicidade feminina e se declara à Mônica Martelli: 'É uma incentivadora de mulheres'

Fonte: Bandeira da fonte

A conexão entre Ingrid Guimarães, de 54 anos, e Mônica Martelli, de 58, começou no século passado, mais precisamente no programa “Chico total”, na década de 1990.
Também fizeram parte do elenco da novela “Por amor” (1997).
“A Mônica já fez par com o Paulo Gustavo (1978-2021) e eu fiz com a Lolô (Heloísa Périssé).
Passamos períodos afastadas.
Mas sempre, em qualquer festa, em qualquer lugar que a gente vá, uma hora, nos unimos”, observa Ingrid.
“Acabou que a vida foi muito generosa conosco, fizemos sucesso mais ou menos juntas”, continua ela.
Verdade: em 2005, Mônica transformou seus encontros e desencontros amorosos em um sucesso estrondoso no monólogo “Os homens são de Marte...
E é para lá que eu vou”.
A peça ficou mais de uma década em cartaz, virou série e filme e catapultou a atriz para o triunfo.
Já Ingrid “estourou” na peça “Cócegas”, ao lado de Heloísa Périssé, em 2001.
No cinema, a partir de 2010, virou fenômeno de bilheteria com a franquia “De pernas pro ar”.
Agora, juntas, elas colocam uma grande angular na amizade feminina.
“O filme fala dessa força”, diz Mônica.
Na conversa, as atrizes enaltecem a importância de fortalecer laços com mulheres e se declaram uma para outra.
Confira abaixo:
Amizade feminina
Ingrid: A cumplicidade e a intimidade que a gente tem, uma com a filha da outra, como se fossem nossas próprias, é muito bonito e está no filme.
Elas têm uma cumplicidade entre elas, de uma proteger a outra, e as mães também se protegerem.
Isso é real na nossa relação e inspirou o roteiro do longa.
Mônica: A trajetória da amizade de Clara e Júlia, personagens do filme, é totalmente inspirada na nossa.
Assim como eu e Ingrid, as duas se amam e se divertem uma com a outra.
Em relação às nossas filhas, no geral, o que é inspirado na vida real é a relação de cumplicidade das quatro, somos realmente próximas.
E a troca entre as mães que são amigas e vivem situações semelhantes com as filhas.
Mas os dilemas do filme são totalmente diferentes dos da nossa vida, até porque as personagens são mais velhas do que as nossas filhas na vida real.
Uma pela outra
Mônica: Ingrid é a pessoa mais engraçada que conheço, é quem mais me faz rir, a mais generosa também.
Além disso, compra a dor do outro, te ouve, acolhe.
Ter essa escuta num mundo em que todo mundo quer ser protagonista é raro.
Ingrid: Mônica é uma incentivadora de mulheres, sempre vê o seu melhor, tem uma visão otimista.
Quando você não acredita mais em você, ela acredita.
Se fosse psicóloga, daria um jeito numa galera (risos).