A Síria informou que um ataque israelense deixou uma pessoa ferida no Sul do país neste sábado.
Foi o segundo ataque desse tipo em uma semana e aconteceu em meio a uma escalada diplomática envolvendo Israel, as novas autoridades da Síria, a Turquia e os Estados Unidos.
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No ataque deste sábado um drone israelense atingiu um carro em Beit Jinn, localizada perto das Colinas de Golã, deixando uma pessoa ferida.
O Exército de Israel afirmou que teve como alvo um terrorista.
Em comunicado, o Exército israelense informou que "atiraram no sul da Síria contra um terrorista que estava nas últimas fases de preparação de ataques".
O comunicado acrescentou que ele representava uma "ameaça iminente" para os soldados, mas não o identificou nem disse se era filiado a algum grupo.
No início da semana, o Exército israelense já havia dito que “não permitirá que forças hostis se estabeleçam nas fronteiras”.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores da Síria declarou que “o ataque constitui uma violação flagrante da soberania e uma quebra do direito internacional”.
Já o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, condenou no sábado o embaixador dos EUA na Turquia, Tom Barrack, que também é o encarregado de Washington para a Síria.
Barrack criticou um ataque israelense a uma base militar síria perto da Turquia, no dia 18.
No início da semana, Israel bombardeou a base aérea desativada de Abu al-Duhur, no noroeste da Síria.
O governo israelense alegou que a Síria violaria um acordo de segurança ao permitir o envio de tropas turcas para o local.
Katz escreveu no X que Israel havia repassado “informações de inteligência às partes autorizadas nos Estados Unidos” antes do ataque, e que o comentário de Barrack estava “cheio de imprecisões e posições que contradizem a postura do próprio presidente dos EUA (Donald) Trump em relação às Colinas de Golã”.
