Potencial comprador da SAF do Botafogo, o fundo americano GDA Luma, do empresário mexicano Gabriel de Alba, virou alvo de uma acusação no Tribunal de Falências de Nova York.
O administrador judicial da financeira colombiana Credivalores protocolou uma ação acusando a GDA Luma, em dobradinha com os fundos Gramercy e ACON, de comandar uma fraude de US$ 40 milhões para esvaziar a empresa enquanto ela estava em recuperação judicial.
Segundo o processo, os fundos transferiram recursos em carteiras de crédito consignado para um banco Ban100 sem o devido pagamento em dinheiro.
Essas carteiras eram justamente as garantias dadas aos credores para reestruturar as dívidas da empresa.
A petição aponta diretamente que as decisões vinham da cúpula das gestoras e cita que Gabriel de Alba era consultado sobre os passos e movimentos da devedora.
A ação pede a anulação das operações, a devolução milionária dos ativos e a responsabilização pessoal dos gestores e seus fundos por violação do dever fiduciário e fraude aos credores nos EUA.
No Brasil, o GDA Luma está comprando o controle majoritário da SAF do Botafogo: já assinou com a diretoria do clube associativo um acordo vinculante para repassar 90% das ações para a gestora por US$ 105 milhões.
O processo do provável novo dono da SAF do Botafogo no o Tribunal de Falências de Nova York
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