Uma foto ao lado de um cachorro ou gato pode ajudar a chamar atenção nos aplicativos de namoro.
Porém, há quem recorra aos bichos de amigos ou familiares para construir uma imagem mais atraente no perfil , prática que ganhou até nome: petfishing.
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O termo define o uso de pets que não pertencem ao usuário como uma forma de aumentar as chances de conseguir matches.
A estratégia pode fazer alguém parecer mais carinhoso, responsável ou ligado aos animais, mesmo quando essa não é necessariamente a sua realidade.
A questão está menos na presença do bicho e mais na impressão criada a partir daquele registro.
Uma pessoa pode, por exemplo, parecer acostumada a conviver com um cachorro, quando apenas pediu o companheiro de alguém próximo para fazer a publicação.
Isso não significa que toda aparição é uma tentativa de enganar alguém.
Quem gosta de animais, mas não tem um em casa, pode recorrer ao pet de um amigo para mostrar uma afinidade verdadeira.
O problema surge quando a imagem é usada para transmitir um estilo de vida que não corresponde à realidade.
A estratégia pode pesar ainda mais para quem considera a convivência com animais um fator importante em um relacionamento.
Ter ou não um pet, querer adotar no futuro e estar disposto a dividir os cuidados são questões que podem revelar afinidades ou incompatibilidades em um relacionamento.
Petfishing: usuários de aplicativos de namoro usam pets de outras pessoas para conquistar matches
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