Indicado e reconduzido ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, concordou com a operação de busca e apreensão realizada em junho contra o senador Jaques Wagner (PT-BA), mas se opôs a um ponto crucial: a apreensão de itens de luxo de alto valor e de dinheiro em espécie nos endereços ligados ao ex-líder do governo Lula no Senado.
Para o chefe do Ministério Público Federal, a medida seria “prematura”, “invasiva” – e “só a existência de bens de alto valor nos recintos invadidos não é, por si, crime”.
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PGR foi contra apreensão de dinheiro e relógios de Jaques Wagner
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