Em seu quarto corte seguido da taxa básica de juros, o Banco Central adotou tom mais sucinto após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), sem deixar claros quais serão os próximos passos.
Para a diretora de Macroeconomia para o Brasil do UBS Global Wealth Management, Solange Srour, a avaliação é que não há espaço para novas reduções da Selic este ano se a meta de inflação de 3% for, de fato, o objetivo perseguido pela autoridade monetária.
Ela pondera que as expectativas para 2027 e 2028 seguem distantes do centro da meta.
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‘Se o fiscal for resolvido, meta de inflação volta a ser atingível’ a partir de 2027, diz diretora do UBS
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