Sem a Argentina, o que vem agora? Os últimos desafios de Messi antes da aposentadoria - QTU Questões do Universo

Sem a Argentina, o que vem agora? Os últimos desafios de Messi antes da aposentadoria

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Lionel Messi encerrou um dos capítulos mais importantes de sua carreira, mas ainda não pendurou as chuteiras.
Aos 39 anos, o camisa 10 se despede da seleção argentina após 21 anos e passa a concentrar suas atenções exclusivamente no Inter Miami, clube com o qual tem contrato até 2028.
Antes da aposentadoria definitiva, o argentino ainda tem objetivos a perseguir dentro e fora dos Estados Unidos.
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A decisão encerra uma relação que atravessou diferentes fases.
Messi passou de alvo de críticas e comparações com Diego Maradona a capitão da geração que recolocou a Argentina no topo do futebol mundial.
Depois de sucessivas frustrações, conquistou a Copa América e, principalmente, a Copa do Mundo de 2022, no Catar.
Agora, o cenário é diferente.
Longe da pressão que acompanhou boa parte de sua passagem pela seleção, Messi encontrou no Inter Miami um ambiente para prolongar a carreira.
Mesmo com a queda natural de sua capacidade física, o argentino segue decisivo pela qualidade técnica e pela capacidade de definir partidas.
O vínculo até 2028 dá a Messi a possibilidade de chegar aos 41 anos ainda como jogador profissional.
A permanência nos Estados Unidos também permite ao argentino administrar melhor o desgaste físico e conciliar os últimos anos no futebol com a vida familiar.
Ainda há, porém, uma conquista importante que falta à passagem pelo Inter Miami.
Messi já acumulou troféus desde que chegou ao clube, mas não venceu a Liga dos Campeões da Concacaf.
O título continental aparece como um dos principais objetivos restantes em sua trajetória nos Estados Unidos.
Ao lado de nomes como Rodrigo De Paul e Luis Suárez, Messi integra um projeto construído para mantê-lo competitivo sem a exigência física encontrada durante os anos de Barcelona e Paris Saint-Germain.
Outro capítulo pode ser escrito fora dos gramados.
Depois de voltar a ter papel de destaque na última Copa do Mundo, Messi aparece novamente entre os nomes que podem ocupar as primeiras posições na disputa pela Bola de Ouro.
Dono de oito troféus, recorde da premiação, o argentino pode ampliar ainda mais uma marca que já o coloca isolado no topo da lista de vencedores.
Uma eventual nona Bola de Ouro acrescentaria outro feito à reta final de uma carreira na qual ele também se tornou o jogador com mais títulos coletivos da história do futebol.