O técnico Hélio dos Anjos descreveu o Náutico como uma “equipe de operários” na Série B do Campeonato Brasileiro.
Termo que ele utilizou para explicar o rendimento alvirrubro dentro do contexto dos investimentos financeiros dos demais integrantes da competição e da capacidade de conseguir resultados na busca por uma estabilidade que consiga fazer o clube sonhar com mais do que a permanência na divisão.
“Somos uma equipe de operários, dentro de uma competição que sabemos que o poderio (financeiro) de alguns times é maior que o nosso, mas em momento algum tivemos medo do enfrentamento”, afirmou o treinador.
O Timbu tem uma folha salarial que gira em torno de R$ 2,5 milhões, o que deixaria o clube atrás de outros clubes da região, por exemplo, como Fortaleza, Ceará e Sport.
Na 12ª posição, com 34 pontos, o Náutico voltou a ficar mais próximo do G6 do que do Z4.
Mudança que passou pela sequência de sete jogos sem perder, mas que não tirou o discurso cauteloso do treinador.
“Estamos procurando concretizar a estabilidade na competição.
Tivemos uma fase instável e temos de trabalhar com os pés no chão.
Não é por somar pontos nos últimos sete jogos que estamos no ápice.
Buscar estabilidade e buscar objetivos.
Estamos agora mais próximos do grupo que está à frente do que o que está atrás.
A busca da estabilidade é vencer mais um jogo em casa”, declarou.
O Náutico volta a campo na quinta-feira (3), contra o Botafogo-SP, no Esportes da Sorte Aflitos, pela 26ª rodada da competição.
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