Super Alvinho: mãe planeja deixar abrigo e voltar a Cabo Frio para filho conseguir retomar estudos - QTU Questões do Universo

Super Alvinho: mãe planeja deixar abrigo e voltar a Cabo Frio para filho conseguir retomar estudos

Fonte: Bandeira da fonte

A rede de solidariedade que se formou em torno do menino Adriano Álvaro Melo, o Alvinho, de 10 anos, desde que o drama dele e de sua mãe Priscila de Melo, de 42, foi mostrada pelo GLOBO, faz com que os dois comecem a sonhar com dias melhores.
Mãe e filho, que perderam casa e estão morando em abrigos desde o começo do ano, já começam até a fazer planos para o futuro.
A história sensibilizou as pessoas que não param de fazer doações, além de promessas de ajuda para o menino nos estudos e com pagamento aluguel.

O projeto mais imediato dos dois é voltar para Cabo Frio, na Região dos Lagos, para que o menino consiga retomar os estudos numa escola particular da cidade, onde foi matriculado no começo do ano, após obter uma bolsa integral.
O garoto perdeu o benefício, quando a mãe dele, diagnosticada com tuberculose resistente a medicamentos, teve de retornar ao Rio para tratar da doença na Fundação Oswaldo Cruz.
A bolsa havia sido conseguida por intermédio da direção da casa de atendimento temporário e de emergência para pessoas em situação de rua, abandono ou vulnerabilidade social, onde os dois se encontravam no município da região dos Lagos.
—Quero voltar pelo menos para ele concluir o ano letivo, já que teve de abandonar os estudos de maneira abrupta, quando estava indo bem.
Tem também a questão da dificuldade de adaptação.
Lá ele já estava acostumado aos professores e aos colegas, dos quais diz sentir saudades.
Depois a gente pensa o que fazer no ano que vem — diz a mãe.
Livro lançado por Alvinho aos cinco anos: forma lúdica de aprendizado
Reprodução
A rede de solidariedade que se formou em torno do menino Adriano Álvaro Melo, o Alvinho, de 10 anos, desde que o drama dele e de sua mãe Priscila de Melo, de 42, foi mostrada pelo GLOBO, faz com que os dois comecem a sonhar com dias melhores.
Mãe e filho, que perderam casa e estão morando em abrigos desde o começo do ano, já começam até a fazer planos para o futuro.
A história sensibilizou as pessoas que não param de fazer doações, além de promessas de ajuda para o menino nos estudos e com pagamento aluguel.

O projeto mais imediato dos dois é voltar para Cabo Frio, na Região dos Lagos, para que o menino consiga retomar os estudos numa escola particular da cidade, onde foi matriculado no começo do ano, após obter uma bolsa integral.
O garoto perdeu o benefício, quando a mãe dele, diagnosticada com tuberculose resistente a medicamentos, teve de retornar ao Rio para tratar da doença na Fundação Oswaldo Cruz.
A bolsa havia sido conseguida por intermédio da direção da casa de atendimento temporário e de emergência para pessoas em situação de rua, abandono ou vulnerabilidade social, onde os dois se encontravam no município da região dos Lagos.
—Quero voltar pelo menos para ele concluir o ano letivo, já que teve de abandonar os estudos de maneira abrupta, quando estava indo bem.
Tem também a questão da dificuldade de adaptação.
Lá ele já estava acostumado aos professores e aos colegas, dos quais diz sentir saudades.
Depois a gente pensa o que fazer no ano que vem — diz a mãe.