A professora de História Giulia Silva de Araújo, de 26 anos, morreu após ser atendida duas vezes no mesmo dia em um hospital municipal no Rio de Janeiro.
Nas duas ocasiões, a jovem foi diagnosticada com "crise de ansiedade" e liberada da unidade de saúde.
com quadro de parada cardiorrespiratória e não resistiu.
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Horas mais tarde, a jovem deu entrada numa unidade de saúde de Duque de Caxias, com quadro de parada cardiorrespiratória e não resistiu.
O atestado de óbito indicou como causa da morte "tamponamento cardíaco", de acordo com informações do g1.
O tamponamento cardíaco é a pressão exercida no coração pelo sangue ou líquido, que se acumula na membrana de duas camadas que circunda o coração (pericárdio), de acordo com o Manual MSD.
Este distúrbio interfere na capacidade do coração de bombear sangue e é considerado uma emergência médica, pois pode levar a uma queda brusca da pressão arterial e risco de choque circulatório.
As pessoas costumam sentir vertigem e falta de ar e podem desmaiar.
A pressão arterial também pode ficar baixa e a frequência cardíaca rápida.
A pele pode ficar fria, suada e azulada.
As veias no pescoço podem parecer inchadas ou distendidas.
As causas mais comuns são ruptura de um aneurisma aórtico (uma protuberância na parede da aorta), câncer de pulmão avançado, pericardite aguda (inflamação do pericárdio), um ataque cardíaco e cirurgia cardíaca.
O diagnóstico se baseia em sintomas, resultados de exames e normalmente em um ultrassom do coração (ecocardiograma) realizada no pronto-socorro.
O tratamento é feito com a retirada de sangue ou líquido ao redor do coração, por meio de uma agulha (por vezes guiados por um ultrassom) para retirar o sangue ou líquido ao redor do coração (pericardiocentese).
Esse procedimento alivia a pressão no coração e permite que ele bata normalmente.
