Trump ameaça interromper negociações com países em que os EUA tem déficit se a taxa de juros não cair

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Fonte da notícia: CBN CBN

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou interromper negociações com países no qual os EUA possui um déficit comercial caso a taxa de juros pelo Fed não seja diminuída. A afirmação foi em uma publicação destacando a alta no número de empregos no país no mês de agosto, que ficou em 162 mil, bem acima das expectativas. 'Um país forte significa uma taxa de juros mais baixa - é um crédito melhor... Muito simples! Deveríamos ter a taxa mais baixa de qualquer país do mundo, como "nos velhos tempos". Sem os Estados Unidos concordando em permitir seus grandes superávits, e poderíamos impedir isso imediatamente, eles não seriam mais considerados uma elite financeira!', afirmou. Depois ele comentou que a decisão da Suprema Corte de acabar com as tarifas, na qual chamou de 'ridícula', daria liberdade para ele interromper negociações de países com o qual os EUA tem um déficit. 'É melhor do que tarifas! O Conselho do Fed, com seu novo e excelente líder, precisa ser inteligente — e, para variar, SEJA PATRIOTA. As altas taxas de juros colocam os EUA em uma desvantagem muito injusta, e eu não vou permitir que isso aconteça!', defendeu. Economistas esperavam uma taxa de no máximo 65 mil empregos criados. A taxa de desemprego foi de 4,1% em agosto, inalterada em relação ao mês anterior. As contratações em agosto foram impulsionadas pela criação de vagas nos setores de alimentação e bares, bem como na educação pública local. Esses setores adicionaram 59.000 e 42.000 vagas, respectivamente. O aumento no número de empregos em agosto foi mais de cinco vezes superior à média mensal dos últimos 12 meses, que é de 31.000, segundo o Departamento do Trabalho. Juros do dólar Freepik A força de trabalho dos EUA, o número de pessoas que estão trabalhando ou procurando emprego ativamente, aumentou em 683.000 no mês passado, após ter caído em junho e julho. Embora a criação de empregos tenha acelerado em agosto, o crescimento salarial permaneceu lento, em 3,1%, o menor índice desde maio de 2021. O relatório de empregos de agosto pode reforçar os argumentos a favor de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve na próxima reunião do banco central, cuja decisão está marcada para 16 de setembro.

No entanto, é provável que o Fed dê mais ênfase ao próximo relatório do Índice de Preços ao Consumidor, que será divulgado em 11 de setembro.

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