Ciclone-bomba gera alerta de

Ciclone-bomba gera alerta de 'grande perigo' para RS e 'perigo potencial' para SC, PR e SP

Fonte: Bandeira da fonte

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu para hoje uma série de comunicados meteorológicos prevendo o agravamento do tempo nas regiões Sule e Sudeste em razão do ciclone-bomba que está se formando no Atlântico.
O fenômeno coloca o Rio Grande do Sul em situação de "grande perigo" (alerta vermelho) para tempestades, enquanto partes de Santa Catarina, Paraná e São Paulo ficam em situação de "perigo" (alerta laranja) e "perigo potencial" (alerta amarelo).
Entrevista: Ciclone-bomba é mais imprevisível e tem potencial de impacto maior que outros, diz cientista
Para os gaúchos, o aviso se traduz na possibilidade de que cidades na área entre Porto Alegre e as regiões de fronteira podem ser expostas a mais de 100 milímetros de chuva por dia e ventos de até 100 km/h.
"Há grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário", afirmou o comunicado.
Rio de Janeiro: Após 'alerta severo' da Defesa Civil, entenda se ciclone bomba pode atingir estado
O dia mais grave de impacto do ciclone-bomba, causado por uma massa de baixa pressão que se formou de maneira súbita no oceano, deve ser esta quinta-feira (6).
Amanhã, o fenômeno deve se arrefecer, diz o Inmet, mas o risco continua presente de alguma forma.
Hoje o interior catarinense e paranense está em alerta vermelho, e as capitais desses estados em alerta amarelo.
O estado de São Paulo está todo dentro da área de alerta amerelo.
Na área de "perigo potencial", a expectativa é que alguns lugares tenham chuva entre de até 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h.
Existe possibilidade de queda de granizo, mas o Inmet aponta um "baixo risco" de transtornos maiores na infraestrutura urbana e na produção agrícola.
Amanhã, os estados da região Sul ainda devem estar em alerta laranja para tempestade e vendavais, e o Inmet também prevê a possibilidade de uma queda brusca de temperatura, tipica do rastro de ciclones-bomba.
A área de risco para vendaval no país se estende por uma faixa até mauior do que a de tempestades, incluindo desde o Rio de Janeiro até o sul de Mato Grosso, passando pelo Triângulo Mineiro.
Nas demais regiões do país, menos afetadas pelo ciclone, as chuvas permanecem concentradas principalmente no oeste da Amazônia e áreas da faixa litorânea do Nordeste.
No interior do Brasil, o tempo permanece predominantemente seco, com baixos índices de umidade relativa do ar em áreas do Centro-Oeste, Sudeste e norte do Cerrado.