Com fome, sonhos não têm vez - QTU Questões do Universo

Com fome, sonhos não têm vez

Fonte: Bandeira da fonte

Em 1985, eu era um comunicador e acreditava que podíamos fazer um movimento, uma mobilização.
Saíamos de anos obscuros da ditadura, que me marcaram fundo.
Precisávamos de uma resposta, viver ao vivo, nos unir.
Será que este país vale a pena? Era a pergunta da época que fazemos até hoje.
Aí a gente iluminou o Rio de Janeiro para o mundo.
Aquela vontade de transformar nunca me deixou e sempre esteve ligada à nossa cidade, que, na minha visão, tem na cultura e no turismo o caminho de redenção e justiça social.
A música nos une, ela não tem lado.
Ela convoca, celebra, conta histórias.
Repara só: precisamos de menos raiva e mais solidariedade e união.
Precisamos olhar em volta! O mundo é o que construímos.
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