Com participação surpresa de Kylie Minogue, Madonna encerra festival de música que celebra orgulho LGBT em Amsterdã; veja vídeo - QTU Questões do Universo

Com participação surpresa de Kylie Minogue, Madonna encerra festival de música que celebra orgulho LGBT em Amsterdã; veja vídeo

Fonte: Bandeira da fonte

Madonna foi a principal atração da noite de encerramento do WorldPride em Amsterdã.
A cantora subiu ao palco do festival de música realizado na casa de shows AFAS Live na madrugada deste domingo (2).
O festival celebra os 25 anos do primeiro casamento civil igualitário do mundo, realizado na Holanda, em 1º de abril de 2001.
A apresentação da Rainha do Pop começou por volta das 2h30 (horário local), cerca de uma hora após o previsto, teve aproximadamente 30 minutos de duração e contou com a participação surpresa da cantora australiana Kylie Minogue.
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Madonna apresentou sete músicas, priorizando faixas de seu novo álbum, "Confessions II".
O show foi encerrado com os sucessos "Sorry" e "Hung Up", lançados originalmente no disco "Confessions on a Dance Floor" (2005).
Kylie Minogue brotou no palco para cantar "Love Sensation", do novo álbum, e permaneceu ao lado de Madonna até o fim da apresentação.
O festival também teve shows de Bebe Rexha e da DJ Honey Dijon.
A presença de Madonna havia sido anunciada na quarta-feira2 (29) em seu Instagram.
Um dia antes, ela publicou uma mensagem em holandês nas redes sociais dizendo: "Tenho algo sobre o qual quero conversar", alimentando especulações sobre sua participação no evento.
Nos últimos dias, circularam rumores de que ela também participaria da tradicional Parada dos Canais, mas isso não aconteceu.
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Horas antes do show, a Canal Parade reuniu centenas de milhares de pessoas nas ruas e canais de Amsterdã.
Os organizadores não divulgaram um público oficial, mas classificaram a celebração como "muito movimentada" e destacaram o clima de festa.
Ao todo, 80 embarcações participaram do evento.

O primeiro-ministro da Holanda, Rob Jetten, tornou-se o primeiro chefe de governo do país a participar da parada a bordo de uma das embarcações.
"Quando você navega pelos canais e vê tanta gente presente, é realmente um dia de liberdade e alegria", afirmou à emissora pública NOS.
Ele também ressaltou que os direitos da comunidade LGBTQIA+ seguem sob pressão em diversos países, inclusive na Holanda, e defendeu a importância de manter as manifestações.

A parada transcorreu sem grandes incidentes.
Alguns protestos pró-Palestina foram registrados.
No início da tarde, um pequeno grupo tentou bloquear a passagem de embarcações.
Manifestantes desceram por escadas de corda em direção à água, mas foram rapidamente retirados pela polícia.
Um deles foi preso por não apresentar documento de identificação.
Imagens da emissora local AT5 também mostraram ativistas nadando até uma embarcação patrocinada pelo Deutsche Bank para pichá-la.
O grupo acusou o banco de investir em empresas ligadas às Forças Armadas de Israel.
Um prédio do ING Private Banking também foi alvo de tinta vermelha durante os protestos.
O evento contou com reforço no esquema de segurança após um ataque registrado na semana anterior durante uma celebração do Orgulho LGBTQIA+ em Berlim.
A prefeita de Amsterdã, Femke Halsema, afirmou que a cidade havia se preparado "de forma muito cuidadosa", mas não revelou detalhes das medidas adotadas.
Em outras cidades europeias, o fim de semana também foi marcado por celebrações do Orgulho.
Cerca de 300 mil pessoas participaram da parada em Hamburgo, na Alemanha.
Eventos em Bonn e em Brighton, na Inglaterra, também fizeram referência ao ataque ocorrido em Berlim.