A desaceleração da economia, demonstrada por diversos indicadores neste segundo semestre, é a principal explicação para a redução disseminada dos índices de confiança apurados pelo FGV Ibre em agosto.
O destaque negativo foi a indústria, cuja confiança recuou 3,5 pontos, a maior redução desde agosto do ano passado e a do consumidor que registrou o quarta queda seguida, desta vez a variação negativa foi de 3,6 pontos, o que levou o índice para 84,7 pontos, omenor nível desde novembro de 2022.
A confiança de comércio e construção também recuou, sendo a única exceção, em agosto, o resiliente setor de serviços, que avançou 1,2 ponto em agosto.
Mesmo nesse grupo, pontua Rodolpho Tobler, pesquisador do FGV Ibre, não houve alta disseminada entre as atividades do segmento.
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Confiança recua em quase todos os setores diante de economia mais fraca, mostram sondagens FGV Ibre
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