Representantes de sete cidades brasileiras vão se reunir em São Paulo, de 11 a 13 de agosto, para discutir como colocar a prevenção e o combate aos efeitos das mudanças climáticas dentro dos orçamentos municipais.
O Rio chega à mesa como pioneiro: foi a primeira cidade da América Latina a adotar o chamado orçamento climático, em novembro de 2023.
Na época, apenas cerca de uma dúzia de cidades no mundo, entre elas Londres, Paris, Nova York e Barcelona, utilizavam o instrumento, que segue a metodologia da C40 Cities, rede internacional que organiza o evento junto ao Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia (GCoM).
A ideia é simples: identificar quanto do orçamento da prefeitura contribui para reduzir emissões ou preparar a cidade para enchentes, ondas de calor, secas e outros eventos extremos.
A discussão ganha ainda mais urgência neste ano, diante da intensificação dos efeitos do El Niño.
Gestores de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Recife e Campinas estão confirmados no encontro.
