Os investimentos e o consumo do governo foram as principais influências para o crescimento de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2026, ante os três meses anteriores, pelo lado das despesas, segundo o coordenador de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ricardo Montes de Moraes.
A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos do PIB) subiu 1,2% no segundo trimestre, em relação aos três meses antecedentes, enquanto o consumo do governo avançou 0,4%.
Apesar da alta de 1,2%, a FBCF apontou desaceleração ante o resultado observado no primeiro trimestre de 2026, quando tinha avançado 3,4%.
Ao mesmo tempo, o consumo do governo cresceu 0,4% no segundo trimestre.
Já o consumo das famílias exerceu impacto negativo no desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, pelo lado das despesas, com queda de 0,4%.
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