Pesquisa Quaest: Flávio tem rejeição de 55%, Lula, de 53% e Cury, de 25% - QTU Questões do Universo

Pesquisa Quaest: Flávio tem rejeição de 55%, Lula, de 53% e Cury, de 25%

Fonte: Bandeira da fonte

Lula, Flavio Bolsonaro e Augusto Cury, candidatos a presidente
Fotos: Divulgação
Líderes nas pesquisas para a Presidência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) têm também as maiores rejeições, de mais da metade do eleitorado, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2).
Flávio é rejeitado por 55% e Lula, por 53%.
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A rejeição de Lula passou de 50% para 53% em relação à pesquisa de julho.
Já a de Flávio oscilou de 57% para 55%.
O candidato do Avante, Augusto Cury, tem a menor rejeição entre os principais candidatos, de 25%.
O percentual, no entanto, era de 16% em julho.
Ronaldo Caiado (PSD) é rejeitado por 40%, Romeu Zema (PSD), por 38% e Renan Santos (Missão) por 28%.
Lula lidera a disputa presidencial no primeiro turno, com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 30%.
Cury aparece em terceiro lugar, 10%.
Renan Santos aparece com 3%.
Caiado, Zema e Marçal têm 1% cada.
No segundo turno, Lula e Flávio estão em empate técnico.
O presidente registra 42% e o senador, 41%.
Outros empates
O medo da reeleição de Lula e o receio da volta da família Bolsonaro ao poder têm o mesmo patamar e são citados por 43% dos entrevistados.
Em julho, por exemplo, 46% temiam o retorno dos Bolsonaros e 38% citavam a reeleição de Lula ao falar do que mais temiam.
O percentual de eleitores que se dizem convictos sobre sua intenção de votar em Lula e Flávio é parecido.
Dos eleitores do presidente, 80% afirmaram que não vão mudar mais o voto e 75% dos que pretendem votar em Flávio disseram que manterão a escolha nas urnas.
Reação a Dark Horse e Lulinha
CEO da Quaest, o cientista político e professor Felipe Nunes ressalta que também é muito parecida a reação da sociedade em relação aos casos do filme "Dark Horse", a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, e das investigações contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.

Dos entrevistados, 66% disseram ter tomado conhecimento das investigações sobre um suposto tráfico de influência de Lulinha no governo federal e 34% afirmaram não saber do caso.
Em relação ao financiamento feito pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, ao filme "Dark Horse" os mesmos 66% disseram ter tomado conhecimento e 34% afirmaram que não sabiam do caso.

Para quem soube do caso de Lulinha, 54% avaliaram que o presidente Lula não deu explicações convincentes sobre as investigações envolvendo seu filho e 22% acham que as explicações foram convincentes.
Dos que souberam do caso do financiamento do filme por Vorcaro, 52% disseram que Flávio não deu explicações convincentes sobre o pedido de dinheiro ao ex-banqueiro e 24% afirmaram que as explicações foram convincentes.
Quando perguntados sobre os efeitos eleitorais dos dois casos, os entrevistados novamente deram respostas parecidas.
Para 40%, a investigação contra o filho do presidente Lula prejudica muito a campanha do petista, 31% disseram que não prejudica e 25% afirmaram que prejudica um pouco.
Em relação ao potencial prejuízo da investigação sobre o Dark Horse, 42% afirmaram que prejudica muito, para 29% não prejudica e 22% consideraram que prejudica um pouco.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo.
A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A Quaest entrevistou 2004 pessoas entre domingo (30) e terça-feira (1).
O nível de confiança do levantamento é de 95% e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026.