A menos de dois meses do primeiro jogo da NFL no Maracanã, a empolgação da liga é grande.
Não apenas para o jogo entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens, no dia 29, mas trambém para o futuro.
Tendo o Brasil como maior público fora dos Estados Unidos, a organização sonha grande para sua expansão no país.
- Nosso compromisso é super agresivo.
Queremos estar entre as cinco ligas mais importantes do mercado brasileiro.
Hoje estamos longe, mas avançamos a cada ano - afirmou Luiz Martinez, diretor-geral da NFL no Brasil nesta quarta, durante a Rio Innovation Week.
Para divulgar o jogo do próximo mês, uma série de eventos estão sendo preparadas.
Haverá ações no Cristo Redentor, no Pão de Açúcar, nas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, em shoppings e "watch parties" no dia da partida.
Além disso, uma ativação para associar a NFL com o samba é prevista para o bairro da Lapa.
- Temos uma parceria com o (instituto) Gol de letra e queremos levar a NFL para as favelas.
Uma com o Cowboys e outra com o Ravens.
Ações que sejam 100% na comunidade.
Talvez com os mascotes.
Algo para que as crianças tenham a oportunidade de estar perto - acrescentou Martinez.
Atividades em parceria com os clubes de futebol do Rio também estão no radar.
No entanto, nenhuma foi confirmada ainda pela organização da NFL no Brasil.
Uma das negociações em andamento envolve o lançamento de produtos licenciados ao lado do Flamengo.
- No Brasil, temos de 36 a 37 milhões de fãs dentro do universo NFL.
Precisamos explorar para que eles nos sigam nas redes sociais, joguem nossos Fantasies, consumam roupas...
- avalia Martinez, que admite haver ainda limitação no aproveitamento desta base.
- Hoje não tenho uma solução para que cada pessoa tenha um boné ou compre uma camisa.
Demanda tempo, recursos, estrutrura e dinheiro.
É triste para mim admitir isso.
Mas solucionar é um compromisso para nós da NFL Brasil.
Às vésperas de primeiro jogo no Maracanã, NFL planeja ações no Cristo, no Pão de Açúcar, nas praias e em favelas do Rio
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