Terror australiano, comédia sobre Green Day, mostra com Hitchcock e mais: as estreias e os filmes em cartaz - QTU Questões do Universo

Terror australiano, comédia sobre Green Day, mostra com Hitchcock e mais: as estreias e os filmes em cartaz

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Chegam aos cinemas "Insaciável", que transforma compulsão alimentar em filme de terror; a comédia "Nimrods", inspirada em histórias reais da banda americana de pop-punk Green Day; e a mostra "Lado B", que ocupa o cinema Estação Claro Rio com filmes menos conhecidos de lendas do cinema, como "Um barco e nove destinos” (1994), de Alfred Hitchcock, e mais.
Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta semana e os que seguem em cartaz:
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As estreias da semana (6 a 12 de agosto)
‘Champagne – Uma viagem de pai e filho’
Esta “dramédia” holandesa dirigida por Tim Kamps acompanha Maarten (Leo Alkemade) em uma viagem ao lado do pai, Hans (Huub Stapel), diagnosticado com câncer terminal.
‘Insaciável’
No terror australiano, uma estudante de Medicina (Midori Francis), desesperada para perder peso, começa uma dieta à base de pílulas feitas de cinzas humanas.
Direção de Natalie Erika James.
‘Nimrods: a Green Day comedy’
Inspirada em histórias reais da banda americana de pop-punk Green Day, a comédia acompanha o jovem Tommy (Mason Thames), que cai em um trote ao acreditar que sua banda foi convidada para abrir um show do grupo.
Ao lado de dois amigos, no carro roubado do irmão, ele embarca em uma aventura caótica.
Com Mckenna Grace e Kylr Coffman, e direção de Lee Kirk.
Estreia terça.
Extra
15ª Mostra de Cinema Coreano.
Em parceria com a Embaixada da Coreia no Brasil e a Korean Academy of Film Arts (KAFA), a Cinemateca do MAM promove a exibição de oito longas e dez curtas.
Na programação, “A praça”, de Kim Bo-sol (sáb,às 18h30); “Fobia social”, de Hong Seok-jae (dom, às 16h); e “Após a minha morte”, de Kim Uiseok (dom, às 15h), entre outros.
Cinemateca do MAM, Parque do Flamengo.
Até 14 de agosto.
Grátis.
‘Ateez: ‘Light the way’ in cinemas’.
O grupo de pop sul-coreano Ateez apresenta o filme-concerto que combina realidade virtual, grandes sucessos e cenas de bastidores.
Sessões hoje e sábado.
Cinefoot.
A 16° edição do festival de cinema de futebol reúne curtas, longas, debates e atividades paralelas em diferentes espaços da cidade.
Nesta semana, o Estação Claro Rio recebe o “Supersábado Cinefoot”, com convidados como o historiador Luiz Antonio Simas e a ex-capitã da seleção brasileira Marisa Pires Nogueira, entre outros.
Também haverá exibições dos longas “Em silêncio—- A resiliência de Isco Alarcón” (às 17h) e “BuenosAires” (às 21h).
Ainda durante a programação, tem a exibição de “Copinha”, primeiro longa do Joaquim Salles (sex, às 19h).
O encerramento da mostra será com o doc “Zico, o Samurai de Quintino”, de João Wainer (ter, às 20h30).
Botafogo.
Retirada de ingressos via Sympla.
Até 11 de agosto.
Grátis.

'Zico, o samurai de Quintino' será encerramento do festival 'Cinefoot'
Divulgação
‘Katseye: wild hearts’.
O documentário acompanha o grupo feminino baseado em Los Angeles e celebra a nova fase da banda, prestes a lançar um novo álbum, com cenas exclusivas de bastidores, vídeos de fãs e entrevistas.
Estreia quarta.
‘Lado B’.
A mostra reúne filmes menos conhecidos de grandes nomes do cinema.
A programação inclui “Um barco e nove destinos” (1994), de Alfred Hitchcock; “O selvagem da motocicleta” (1983), de Francis Ford Coppola; “Je vous salue, Marie /Eu vos saúdo, Maria” (1985), de Jean-Luc Godard; “Diário de uma camareira” (1964), de Luis Buñuel; “O processo de Joana d’Arc (1962), de Robert Bresson, e “Os canibais” (1969), de Liliana Cavani.
Com sessões diárias às 19h e matinês no fim de semana.
Estação Claro Rio, Botafogo.
R$ 53,58.
Até 12 de agosto.
Mostra 'Lado B' exibe filme menos conhecido de Hitchcock, 'Um barco e nove destinos'
Divulgação
'Um século de Metrópolis: da invenção do futuro às ruínas do sonho moderno'.
A mostra celebra os 100 anos do clássico de Fritz Lang com exibição, na Caixa Cultural, de 69 filmes de nomes como Michelangelo Antonioni e Georges Méliès.
Nesta semana, destaques incluem “Blade runner – O caçador de androides” (1982), de Ridley Scott (dia 9, às 15h30) e “A nós a liberdade” (1931), de René Clair (dia 11, às 14h).
“Metrópolis” será exibido apenas dia 21, às 17h, com música ao vivo.
Programação completa aqui.
Rua do Passeio 38, Centro.
Ingressos distribuídos uma hora antes de cada sessão.
Até 23 de agosto.
Grátis.
‘A outra volta do parafuso’.
Na programação da mostra da Cinemateca do MAM no CCBB estão produções como "O auto da Compadecida" (dia 8, 14h), de Guel Arraes; "Tieta do Agreste" (dia 9, 17h) e "Orfeu" (dia 23, 14h) de Cacá Diegues; "Cidade de Deus" (dia 16, 14h), de Fernando Meirelles e Kátia Lund; "Casseta & Planeta – A Taça do Mundo é nossa" (dia 24, 17h), de Lula Buarque de Hollanda; "2 filhos de Francisco" (dia 28, 17h), de Breno Silveira e mais.
Cinema II do CCBB.
Centro.
Até 31 de agosto.
Grátis.
‘Cyberpunk japonês’.
A mostra exibe títulos desse subgênero da ficção científica, de animes a longas de gangues de motoqueiros.
Na programação, “Blade Runner”, de Ridley Scott (dia 30, às 17h30); e filmes japoneses como "Akira" (dia 7, 16h), de Katsuhiro Otomo e "A divisão" (dia 9, 14h), de Koichi Mashimo e Takaaki Ishiyama.
Cinema I do CCBB.
Centro.
Até 31 de agosto.
Grátis.

Filmes que seguem em cartaz
‘Águas mortais’
Neste suspense com Aaron Eckhart e Ben Kingsley, um voo cai no meio do Oceano Pacífico, e os sobreviventes precisam lutar pela própria vida em águas infestadas de tubarões.
Dirigido por Renny Harlin.
‘Authentic games - No império desconectado’
Animação acompanha o YouTuber Marco Túlio, conhecido como Authentic games, dentro do universo Minecraft.
Direção de Bruno Murtinho.
‘Backrooms: um não-lugar’
Dirigido pelo estreante Kane Parsons, o filme de terror volta aos cinemas com uma versão com 15 minutos inéditos.
Na trama, uma terapeuta (Renate Reinsve) adentra uma dimensão labiríntica quando um de seus pacientes (Chiwetel Ejiofor) desaparece e ela precisa resgatá-lo.
‘Cansei de ser nerd’
Nesta comédia sci-fi dirigida por Gualter Pupo, Fernando Caruso vive um nerd que na juventude foi acusado injustamente de um suposto assassinato e vai à festa de reencontro da faculdade decidido a limpar seu nome e reconquistar sua alma gêmea.
Bia Guedes, João Velho e Pedro Benevides também estão no elenco.
'O convite'
A perda do desejo sexual pode ser tanto sintoma quanto consequência de crises conjugais que acometem casais durante uma relação longa e com filhos.
O tema é universal e o interesse por ele também.
Prova disso é que o filme espanhol “Sentimental” (2020), do diretor Cesc Gay, adaptado de uma peça de sua autoria, já teve remakes em Itália, Suíça, França, Coreia do Sul e, mais recentemente, nos EUA, batizado de “O convite”, que acaba de chegar aos cinemas.
É o terceiro longa dirigido pela atriz Olivia Wilde, que fez o dever de casa corretamente.
Ela procura soluções visuais que confiram dinamismo ao filme, que se passa no apartamento do casal Angela (a própria Wilde) e Joe (Seth Rogen).
Eles recebem para jantar os vizinhos do andar de cima, Pina (Penelope Cruz) e Hawk (Edward Norton), cuja voracidade barulhenta na cama costuma irritar Joe, mas desperta a curiosidade de Angela.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.
'O convite': com Olivia Wilde, Seth Rogen, Edward Norton e Penélope Cruz
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'As cores do tempo'
A estrutura de “As cores do tempo” tem algo de novelinha sobre família, mas com a ideia interessante de traçar conexões temporais.
Dirigida por Cédric Klapisch (o mesmo do cult “Albergue espanhol”, de 2002), a trama vai e volta entre o fim do século XIX e 2025, distribuindo mistérios, romances, cartas escondidas e revelações sobre parentes de gerações passadas e pintores famosos.
No entanto, a saga familiar se perde numa insistência em forçar a mão nas conexões.
Em “As cores do tempo”, quase tudo precisa ser mastigado, toda emoção precisa ser sublinhada e toda imagem precisa conduzir a uma conclusão.
Com isso, resvala para a cafonice.
Frases como “sempre olhei para a frente, me faz bem olhar para trás”, por exemplo, parecem tiradas de perfil motivacional do TikTok.
Bonequinho olha: leia a crítica.
'Dia D'
Prestes a completar 80 anos de idade, Steven Spielberg volta ao tema com “Dia D”, que estreia nos cinemas brasileiros hoje, com uma dose de otimismo e crença na Humanidade.
Mas o novo longa-metragem não é exatamente o que parece.
Josh O’Connor é o Dr.
Daniel Kellner, ex-hacker que trabalhava como especialista em cibersegurança da Wardex, uma organização que guarda os segredos sobre os FANIs (fenômenos anômalos não identificados) e as entidades não humanas que têm visitado a Terra desde 1947 — o famoso caso Roswell, em que um fazendeiro encontrou destroços de um aparato misterioso, e alienígenas teriam sido apreendidos pelo governo.
Daniel Kellner foge com os arquivos, sendo perseguido com sua namorada Jane (Eve Hewson), uma ex-freira.
Enquanto isso, a jornalista Margaret Fairchild (Emily Blunt) começa a viver episódios estranhos.
Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica.

'A divina Sarah Bernhardt'
Sarah Bernhardt (1844-1923) surge nesse filme de Guillaume Nicloux como uma transgressora de padrões morais ao manter experiências sexuais com parceiros diversos e criar o filho fora de uma estrutura familiar tradicional.
Mas também é uma mulher dependente do elo amoroso com Lucien Guitry (Laurent Lafitte), ator que, em determinado instante, decide romper a ligação com ela e priorizar um vínculo conjugal estável.
Impulsiva e temperamental, Sarah se impõe na tela como uma personalidade sufocante, impressão realçada pelas imagens fechadas, algo claustrofóbicas, da fotografia de Yves Cape.
Nicloux não se limita, porém, a fornecer o retrato de uma diva autocentrada.
Bonequinho olha: leia a crítica.
‘Os emergentes’
Na comédia estrelada por Nelson Freitas, Alexandra Richter e Paulinho Serra, integrantes de uma família de elite perdem a fortuna e, para sobreviver, precisam começar a trabalhar para antigos funcionários.
Direção de Hsu Chien.
'A fabulosa máquina do tempo'
Meninas moradoras de Guaribas, no interior do Piauí, conversam com as mães sobre fatos do passado e do presente: a escassez de recursos, o alcoolismo dos homens, a difícil situação das mulheres que interromperam os estudos por causa da vida ao lado dos maridos.
Mais conscientes em relação à posição desfavorável destinada às mulheres, as meninas criam cenas a partir de circunstâncias como essas e representam numa espécie de cinema imaginário.
Nem tudo, porém, é dura realidade.
Há espaço para o sonho nas projeções sobre o futuro, repleto de anseios profissionais, desejos muito diferentes do cotidiano doméstico.
Como se pode perceber, as crianças mesclam distintas camadas de tempo nesse singelo e cativante documentário de Eliza Capai.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.
'Franz'
Agnieszka Holland investe em abordagem abrangente da trajetória de Franz Kafka (1883-1924), interpretado pelo ótimo Idan Weiss na fase adulta.
Expõe as relações pessoais estabelecidas pelo escritor com o pai rude, Hermann (Peter Kurth), o amigo Max Brod (Sebastian Schwarz), e as mulheres Felice (Carol Schuler), Grete (Gesa Schermuly) e Milena (Jenovéfa Boková).
Faz referência, mesmo que com menos destaque, à produção literária, com menção à novela “Na colônia penal”, numa sequência em que Kafka lê o texto diante de uma plateia, em boa parte, indignada, enquanto as violentas imagens descritas ganham a tela.
E aponta a contradição entre a reduzida popularidade de Kafka durante a vida e o posterior turismo exibicionista formado em torno do seu nome.
Bonequinho olha: leia a crítica.
'Herança de Narcisa'
Uma casa mal-assombrada, uma mãe e uma filha em jogo de duplos e espelhos.
Em “Herança de Narcisa”, vencedor do prêmio do júri popular da seção Novos Rumos do Festival do Rio, os diretores Clarissa Appelt e Daniel Dias inserem elementos sobrenaturais no drama da relação complexa e especial de mães e filhas.
Ana (Paolla Oliveira) chega para a difícil tarefa de se desfazer dos discos, das roupas e maquiagens da mãe, que morreu faz pouco tempo.
O filme deixa claro que, no temperamento, as duas não poderiam ser mais diferentes: Ana é uma chef de cozinha introspectiva, em meio a um luto, e Narcisa era uma vedete que amava ter a sala cheia de amigos cantando, dançando, bebendo e se divertindo.
Na aparência, porém, elas são idênticas — quase um clichê nas obras de terror e suspense.
Bonequinho olha: leia a crítica.

‘Homem-aranha: um novo dia’
Não dá para ser adolescente para sempre, nem mesmo se você for picado por uma aranha radioativa, ganhar poderes e sair por aí atirando teias por Nova York.
O novo “Homem-Aranha — Um novo dia” busca retratar essa transição entre o garoto Peter Parker que só pensa em se divertir e o jovem adulto que precisa tomar decisões mais complicadas que a maturidade impõe.
O principal vilão, nesse caso, é o tempo, um tema que já apareceu muitíssimas vezes nos quadrinhos do Homem-Aranha e também já foi usado no cinema.
Mas que, agora, no bom filme dirigido por Destin Daniel Cretton, ganha um frescor que anda cada vez mais raro no modelo fordista de produção em massa de histórias de super-heróis.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.
Tom Holland em "Homem-aranha: um novo dia"
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'Uma infância alemã'
Não são poucos os méritos de “Uma infância alemã” (“Amrum”, no original).
Para começar, a interpretação de Jasper Billerbeck como Nanning, na faixa dos 12, 13 anos.
Com naturalidade e densidade, o pré-adolescente expressa o peso, a perplexidade e a culpa por viver em um mundo com regras cruéis e incompreensíveis, começando em casa.
O cenário poderia ser paradisíaco — a Ilha de Amrum, no Mar do Norte, — reduto provisório da família, enquanto o pai, alto oficial, está no front, a mãe prestes a dar à luz o quarto filho.
A guerra está próxima do fim, a ilha é “invadida” por alemães e europeus refugiados, em busca de um exílio.
Membro da juventude hitlerista, o (ainda) menino, tenta “dar conta” das obrigações, mesmo as mais cruéis, e lê “Moby Dick” com um amigo.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.

‘Minions e monstros’
Na década de 1920, na era de ouro de Hollywood, os Minions saem em busca de monstros para estrelar seu próprio filme.
A animação traz referências a clássicos como “Tempos modernos”, de Chaplin, e “Tubarão”, de Spielberg.
Dirigido por Pierre Coffin, responsável pela franquia e pela dublagem dos Minions.
‘Moana’
A animação de sucesso da Disney de 2016 ganha uma adaptação em live-action com a australiana Catherine Laga’aia no papel principal e Dwayne Johnson como semideus Maui , personagem que dublou no desnho.
Na trama, Moana parte em uma missão para salvar seu povo ao lado de Maui.
Dirigido por Thomas Kail.
'Natal amargo'
Dois anos após conquistar o Leão de Ouro em Veneza com “O quarto ao lado”, Pedro Almodóvar competiu em Cannes com “Natal amargo”.
Não ganhou prêmio algum, mas os elogios colhidos são suficientes para mostrar que a crise criativa que afeta o protagonista, o diretor de cinema Raul Rossetti (Leonardo Sbaraglia), torna o filme menos autobiográfico do que parece.
Afinal, nos últimos dez anos Almodóvar realizou cinco longas e dois curtas.
O novo filme é quase uma continuação de “Dor e glória” (2019).
Embora o diretor tenha declarado em Cannes que “está farto de falar de si mesmo”, boa parte dos fãs de Almodóvar não parece se incomodar com isso.
Afinal, quando ele se repete, está trazendo de volta características temáticas e estéticas que fizeram dele um dos maiores autores da história do cinema.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.
Cena de "Natal amargo", filme de Pedro Almodóvar: cineasta diz que provavelmente será o último sobre si mesmo
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'A Odisseia'
Christopher Nolan entrega espetáculo em “A odisseia”, sua adaptação do épico atribuído a Homero, uma das obras literárias mais antigas da humanidade, produzida no século VIII ou VII a.C.
Estão lá as sequências que vão fazer as cadeiras tremerem e transportar o espectador para a Grécia da Idade do Bronze, embora haja menos fluidez em cenas mais íntimas.
Porém, o que mais impressiona na história de Odisseu (Matt Damon) — que fica quase 20 anos longe de sua terra, Ítaca, de sua amada Penélope (Anne Hathaway) e do filho Telêmaco (Tom Holland), após partir para a Guerra de Troia — é como o diretor discute com mais segurança alguns de seus temas favoritos, como heroísmo, paternidade, tempo e memória, e usa a mitologia grega para falar de nós, hoje.
Bonequinho olha: leia a crítica.
Matt Damon, Will Yun Lee, e Himesh Patel em "A Odisseia" (2026)
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'Pequenas criaturas'
Qual o, pior lugar do mundo? “Brasília”, responderiam sem respirar Helena e seus dois filhos.
Se a enquete prosseguisse com “qual o pior momento da História”? “Agora”, concordariam em coro.
O desagrado faz sentido.
Há nove dias na capital do país nos idos de 1986, ao núcleo familiar recém-abandonado pela figura masculina, só cabe persistir por teimosia.
E falta de opção.
Mãe e filhos vivem a ruptura e o novo habitat em condomínio cercado por construções de design futurista e áreas desérticas.
No contexto, cada um se vira como pode: a mãe, à beira da depressão, fumante pesada.
André, engatinha na adolescência, e Dudu, de 7 anos, o mais “safo”, graças à paixão por “Guerra nas Estrelas” e um amigo imaginário.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.
‘O poder do rosário’
Drama religioso brasileiro dirigido por Tiago Benetti sobre uma menina e sua mãe, que sofrem um grave acidente e embarcam em uma jornada de fé.
‘Quinze dias’
Na adaptação do sucesso teen escrito por Vitor Martins, um adolescente inseguro que sofre bullying espera aproveitar as férias longe dos colegas da escola.
Mas seus planos mudam quando a mãe decide hospedar por quinze dias o filho dos vizinhos, por quem ele foi apaixonado na infância.
Com Miguel Lallo, Diego Lira e Débora Falabella.

‘Trago seu amor’
O feitiço vira contra o feiticeiro nesta comédia romântica dirigida por Claudia Castro sobre uma bruxa com um beijo mágico: ou a pessoa beijada se apaixona por ela ou por uma pessoa que já amou.
Só que, numa dessas, é a bruxa quem se apaixona.
Com Giovanna Grigio, Jê Soares e Diego Martins.
‘Toy story 5’
Os medos dos brinquedos de “Toy story” são comuns aos de qualquer humano, como deixar de ter utilidade, ser abandonado, não ficar na memória de alguém.
Em “Toy story 5”, de Andrew Stanton (“Procurando Nemo”, “Wall-E”), a esses temores junta-se um novo: o avanço da tecnologia não poupa ninguém.
“A era dos brinquedos acabou”, dizem, apavorados, os bonecos, ao perceberem que todos têm os olhos voltados para baixo, para as telas de seus celulares.
Não há grandes novidades na trama, apenas uma atualização com o impacto da tecnologia.
Mas é bom passar um tempo com esses personagens e voltar a se emocionar com eles, ainda mais em um filme de visual tão deslumbrante.
Bonequinho aplaude: leia a crítica.

Em "Toy Story 5", criança troca brinquedos por telas
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